segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Primeiro carro da fábrica de Goiana - PE chega ao mercado

Jeep Renegade
O primeiro Jeep produzido na nova fábrica da montadora em Goiana (PE), saiu da planta para o mercado nesta quinta-feira (19/02). O modelo foi anunciado pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado.
“É um passo fundamental para multiplicar as vendas da marca no Brasil, contribuindo para torná-la uma força global”, disse em nota Stefan Ketter, vice-presidente mundial da manufatura da FCA/Projeto Pernambuco.
De outubro de 2014 para cá foram fabricados 250 modelos pré-série do Jeep Renegade para testes, mas eles não chegaram a ser comercializados. Nos testes, foram verificadas a geometria da carroceria e os padrões de pintura e solda dos carros, por exemplo.
O Jeep Renegade é um SUV compacto. Ele será produzido em três versões de acabamento, duas de motor e três tipos de tração. As versões serão Sport, Longitude e Trailhawk.
A fábrica da marca em Pernambuco tem capacidade para entregar até 250.000 veículos por ano, que serão direcionados à América Latina. Atualmente, 3.000 pessoas trabalham na planta, entre funcionários da própria Jeep e de outras 16 empresas fornecedoras.

Primeiro Renegade sai da linha de produção da fábrica da Jeep em Pernambuco Foto: Fiat Chrysler / Divulgação

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Toyota investe R$ 15 mi em centro de distribuição no Nordeste

Com capacidade para 30 mil automóveis, unidade será erguida em Pernambuco.

O presidente da Toyota do Brasil, Koji Kondo, e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, assinaram na última quarta-feira (11) um protocolo de intenções para a implantação de um centro de distribuição de veículos da fabricante japonesa no estado. Com previsão de abertura no primeiro trimestre de 2016, o novo empreendimento da Toyota ficará localizado próximo ao Porto de Suape, com 50 mil metros quadrados e terá capacidade para receber até 30.000 unidades por ano.
O centro de distribuição da Toyota em Pernambuco receberá investimentos de R$ 15 milhões e irá gerar, aproximadamente, 40 postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos. Serão distribuídos os veículos da Toyota produzidos no Brasil (Corolla e Etios) e na Argentina (Hilux e SW4), que têm como destino os concessionários da marca em toda a região Nordeste.
“O Nordeste é extremamente importante para os negócios da Toyota do Brasil, sendo uma das regiões onde registramos o maior crescimento em vendas em 2014 (15% em comparação com 2013). A implantação deste centro de distribuição, somado à expansão da capacidade produtiva da fábrica de Sorocaba (SP), que anunciamos há três semanas, reforça ainda mais o compromisso da Toyota com a sociedade brasileira de promover o desenvolvimento e crescimento econômico do país. Este novo centro de distribuição também terá um impacto positivo no meio ambiente, com uma redução de 13% nas emissões de CO2 das nossas operações logísticas", diz Koji Kondo.
O novo centro de distribuição da Toyota em Pernambuco terá como objetivo aprimorar aspectos técnicos da operação logística da Toyota, atendendo de forma mais eficiente os consumidores da marca na região Nordeste.
“Estaremos mais próximos de nossos clientes, visando sua satisfação com a garantia da qualidade Toyota em nossos serviços”, diz Celso Simomura, diretor de logística da Toyota do Brasil.
O centro de distribuição de automóveis de Pernambuco será a oitava unidade da Toyota no Brasil, somando-se às fábricas São Bernardo do Campo (SP), Indaiatuba (SP), Sorocaba (SP) e Porto Feliz (SP) e aos centros de distribuição de veículos de Guaíba (RS), Vitória (ES) e ao centro de distribuição de peças de Votorantim (SP).

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Toyota confirma galpão de peças no Complexo Portuário de Suape

14/02/2015
Presidente da Toyota no Brasil, Koji Kondo, assina protocolo para construção de centro de distribuição de veículos em Suape. Foto: André Clemente/DP/DA Press
A montadora Toyota fincou a bandeira japonesa no Nordeste com a chegada do centro de distribuição de veículos importados e nacionais no estado. Na manhã desta quarta-feira (11), o governo de Pernambuco e a direção da Toyota no Brasil assinaram, durante cerimônia no Palácio do Campo das Princesas, o protocolo de intenção para a construção e implantação do empreendimento. O documento foi assinado entre o presidente da montadora no Brasil, Koji Kondo, e o secretário de desenvolvimento econômico de Pernambuco, Thiago Norões.
A primeira fase do projeto terá um investimento, segundo o governo do estado, de R$ 15 milhões e vai gerar 40 empregos diretos. No total, o centro de distribuição terá 50 mil metros quadrados (área pouco maior que 20 hectares no entorno do complexo portuário de Suape) e será responsável por aprimorar a operação logística da montadora japonesa na região Nordeste. A previsão das partes é de que o espaço inicie as atividades até o primeiro trimestre de 2016. “A Toyota tem compromisso com a inovação, passou por problemas, teve suas indústrias devastadas, mas se recuperou e é exemplo. Fazem de forma diferenciada o que se propõem a fazer e causam impacto onde chegam”, disse Thiago Norões.
O documento assinado hoje, checado pelo próprio governador Paulo Câmara na quinta-feira passada, quando esteve com os dirigentes da montadora em São Paulo, também prevê a construção de um galpão próprio de peças, em uma segunda fase tão essencial quanto a estocagem dos veículos. Essa etapa terá o incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (Prodepe). O próximo passo do “namoro” entre japoneses e pernambucanos será a adaptação da parte fiscal e dos sistemas de informática.
Nos bastidores da indústria, o polo automotivo de Pernambuco também desperta interesse de outras montadoras. Assim como a Toyota, que aposta na região dona de 20% das suas vendas, os fabricantes serão “naturalmente conduzidos”, por questões de custos, a trocar de rota e fazer um caminho diferente da logística do just in time, com as carretas sendo carregadas na porta da fábrica para em seguida pegar a estrada. “É de se esperar novos investimentos por aqui, por que onde a Toyota vai as outras acompanham. Podemos esperar investimentos na indústria nos próximos dez anos”, pontuou Márcio Stefani, secretário da Fazenda de Pernambuco.
A economia significativa no valor do transporte via navio encurta o tempo de entrega entre o produtor/vendedor e o futuro dono do veículo. A criação de novos pátios em pontos estratégicos, a exemplo da General Motors e Volkswagen, que, por enquanto, usam os terrenos em Suape para seus veículos importados.
Impacto econômico
O galpão de estoque das peças será montado para atender aos concessionários das regiões vizinhas. As lojas poderão receber a reposição dos itens de baixo giro em um curto prazo de entrega. As peças deixarão de constar na prateleira do revendedor para serem visualizadas no depósito da fábrica. A promessa de entrega será feita em menos de 48h.
A chegada da Toyota vai gerar uma movimentação na economia da ordem de R$ 3 bilhões. O CD vai além do pátio de estocagem de 30 mil unidades, porque contemplará uma área dedicada ao PDI (Inspeção de entrega) dos veículos, principalmente os utilitários Hilux vindos da Argentina. No setor serão montadas peças e miudezas das carrocerias. A central também irá receber Corolla e Etios, que virão das fábricas de São Paulo.
A futura logística vai permitir que um automóvel, atualmente vindo de Guaíba, no Rio Grande do Sul, onde a central Toyota está instalada, em uma área de 60 mil metros quadrados operando com 50 mil carros por ano, pague menos para chegar às lojas. Hoje, o frete para o Recife, por exemplo, custa em média R$ 4,5 mil por carro por via terrestre. No navio, esse valor cairá para R$ 1 mil. Detalhe negativo: a redução de custo não deverá ser repassada para o consumidor.
Jorge Moraes – Vrum

Empresa italiana oferece 400 empregos em Pernambuco

Fornecedora da Fiat/Jeep, Sada também anuncia investimento de R$ 120 milhões


Carretas da Sada vão distribuir os carros produzidos pela montadora de Goiana / Divulgação

Carretas da Sada vão distribuir os carros produzidos pela montadora de Goiana

Divulgação

Responsável pela distribuição de 100% dos veículos da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) no Brasil, a Sada Transportes também será a operadora logística da montadora no Polo Automotivo Jeep, em Goiana (Zona da Mata Norte do Estado). A empresa está investindo R$ 120 milhões na construção de três unidades de operação em Pernambuco, com geração de 400 empregos.
Os pátios serão instalados nos municípios de Goiana e Ipojuca para abastecer o mercado nacional, além de servir como plataforma de exportação e importação da companhia. A fábrica da Jeep tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano e a Sada será responsável por retirar os automóveis de dentro da montadora e entregar na porta das concessionárias.
O pátio de Goiana – terceiro maior do Brasil – está em construção e a previsão é começar a operar em maio. A unidade da Mata Norte será 134.600 m² de área e está localizada a três quilômetros da fábrica da Jeep. O espaço terá um centro de apoio ao motorista, com estacionamento, restaurante, dormitório, vestiário e área de manutenção. “Disponibilizar estrutura para atender ao carreteiro sempre fez parte da nossa filosofia, antes mesmo de entrar em vigor a Lei do Motorista (de 2012)”, destaca o diretor Comercial da Sada, Edson
Pereira, dizendo que a legislação serviu para regular a concorrência. A segunda unidade em Goiana será um centro de carga e descarga, que vai funcionar como apoio dentro da própria montadora. A terceira unidade será construída em Ipojuca, numa área de 132 mil m², responsável pela importação e exportação. A primeira operação da Sada a partir de Goiana vai acontecer em maio. A previsão é realizar 455 viagens por mês para distribuir 4.200 Jeeps Renegade.
Do total de viagens, 100 serão para atender aos mercados do Norte e Nordeste e o restante para o Centro-Sul. O modelo de logística adotado pela Sada tenta aumentar a competitividade e ser sustentável.
A operadora logística vai trazer cegonhas (carretas) de Betim (MG) com modelos Fiat, que vão voltar carregadas de modelos Jeeps para serem distribuídos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A ideia é ter frete de retorno, sobretudo quando se trata de um produto de maior valor agregado (o modelo inicial do Renegade tem preço estimado em R$ 70 mil). “Esse modelo de logística foi desde 2013 para a unidade de Pernambuco. A estratégia vai poupar 23 mil viagens por ano, além de representar uma economia de 104 milhões de quilômetros, 42 milhões de litros de diesel e de reduzir 101 mil toneladas de dióxido de carbono”, exemplifica Pereira.
Esse frete de retorno tem sido motivo de disputa entre os cegonheiros de Pernambuco e do Centro-Sul. O sindicato local quer garantir que os veículos sejam transportados por carreteiros sediados no Estado, mas só as cargas destinadas ao Norte e Nordeste vão utilizar cegonheiros estabelecidos na região. A maior parte do frete virá de Minas e voltará para o Centro-Sul.
No Estado, a previsão é contratar inicialmente 12 carreteiros, podendo chegar a 40. “Não é justo que os cegonheiros locais fiquem de fora. Já ingressamos com ação judicial contra os sindicatos de Minas e de Goiânia e já tivemos uma série de reuniões com a Sada”, reclama o vice-presidente do Sindicato dos Transportadores de Veículos Autônomos do Estado de Pernambuco (Sintrave-PE), Luciano Pontes, dizendo que são 130 associados.
EMPREGOS – Até o dia 23 de fevereiro a Sada quer contratar os cem primeiros funcionários da empresa no Estado. A ideia é privilegiar mão de obra dos municípios do Litoral Norte. O número de empregados vai crescer gradativamente até totalizar 400 colaboradores, quando a fábrica da Jeep alcançar a produção de 250 mil veículos. As vagas são para motoristas de cegonha, motorista de pátio, conferente, auxiliar de logística e amarrador.

Adriana Guarda / Jornal do Commércio

RECIFE

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Fábrica da FIAT à procura de líderes

O Polo Automotivo Jeep, em Goiana, precisará de líderes a partir de 2015. Serão 180 inicialmente, até chegar a um total de 250 pessoas que vão liderar um grupo de 1,5 mil profissionais para produzir 250 mil veículos por ano. Além disso, o futuro centro de pesquisa e engenharia trará para Pernambuco mais oportunidades de empregos de nível de engenharia e técnico.  Pelo planejamento, serão 500 engenheiros no futuro centro, a ser instalado onde hoje está a Fábrica Tacaruna. A dica dos diretores é: além da formação técnica, interessados em atuar no grupo precisam abraçar o perfil comportamental, de vestir a camisa Jeep.
De acordo com o diretor mundial de manufatura do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Stefan Ketter, os líderes são pessoas desafiadas diariamente a realizar a gestão de células produtivas, garantindo o cumprimento absoluto das metodologias de qualidade pelos comandados, de acordo com as metas de produtividade. “Por ser umas das fábricas mais modernas do grupo e integrar mais aparatos tecnológicos, o ganho dos profissionais que atuarem na unidade Jeep, em Goiana, é a possibilidade de trabalhar em uma equipe de alta performance, um diferencial para o desenvolvimento de qualquer profissional”, destacou.
“Além de tudo, as pessoas precisam estar preparadas para entrar no grupo, de ter a marca Jeep na camisa, localizada perto do coração. Esses profissionais serão líderes-chave para o processo de qualidade, que é nossa prioridade. Então precisam ser proativos na gestão, motivados e com brilho nos olhos. Buscamos técnicos e engenheiros que sejam movidos pela paixão e interessados na construção de uma sólida carreira no grupo”, detalhou Ketter.
O Jeep Renegade será o primeiro produto a sair, em 2015, da nova fábrica de Goiana, Pernambuco, Fiat Chrysler Automobiles (FCA) no mundo. Ele já é produzido na Itália e será feito na China em 2016, com vendas em mais de 100 países, sempre com a mesma qualidade construtiva. “Alguns engenheiros pernambucanos já produziram o Renegade fora do Brasil e agora vão fazer aqui, seja atuando como multiplicador ou em produção”, complementou o diretor de Recursos Humanos do grupo FCA, Adauto Duarte.
No início do mês, o grupo anunciou a formação de uma ampla parceria em educação com universidades e instituições de ensino superior, técnico e profissional de Pernambuco e Paraíba. O resultado da iniciativa pode tornar, nos próximos anos, a região Nordeste em um polo mundial de desenvolvimento e produção de veículos e de geração de conhecimento em engenharia automotiva e são os profissionais que o grupo quer.
DIARIO DE PE

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Tintas Iquine terá fábrica em Vitória de Sto Antão

Imagem da Empresa
A pernambucana Tintas Iquine está investindo em outra fábrica no Estado, desta vez em Vitória de Santo Antão. A empresa, líder no Norte-Nordeste e quarta marca do País no setor, já opera em Prazeres, Jaboatão, na RMR. A nova planta irá produzir massas, resinas, vernizes e tintas. Será uma unidade voltada para produção imobiliária, industrial e automotiva. O investimento é de R$ 46 milhões, financiados pelo BNDES e Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), e geração de 252 empregos.
Segundo o diretor comercial e de marketing da Iquine, Alan Souza, está sendo feita agora a limpeza da área para iniciar a terraplanagem. Das obras até a produção, serão entre 24 e 36 meses. Quando o projeto estiver maduro, a planta produzirá 70 milhões de litros de tinta por ano. Souza detalha que a ideia era levar a segunda fábrica, que atenderá Meio Norte e Norte, para outro Estado do Nordeste, mas decidiu-se por Pernambuco por causa dos incentivos.
CONDIC
Semana passada o Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic) realizou sua 88ª reunião, a última da gestão Eduardo Campos/João Lyra. A Iquine foi o destaque dentre os projetos industriais aprovados, com maior aporte e maior geração de empregos. Outros 35 foram aprovados: 22 indústrias, 11 importadoras e duas centrais de distribuição. “Para 2015, tem muita coisa engatilhada”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Stefanni, sem dar detalhes.
Mas é provável que o município de Escada seja destaque já no início do ano. Está nas propostas da pasta a aquisição de um terreno para abrigar novos projetos, além do distrito industrial. Outro grande investimento já certo para o próximo ano é do Grupo gaúcho Bolognesi, que irá implantar uma térmica a gás natural e um terminal de regaseificação em Suape, um investimento de mais de R$ 3 bilhões.
Além disso, o governo sinalizou que irá investir em novos projetos de comercialização de energia renovável, com foto na fotovoltaica, com forte potencial de geração no Sertão. Haverá também apoio à implantação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, Inovação e Engenharia da Fiat Chrysler em três imóveis provisórios, enquanto o da Fábrica Tacaruna não fica pronto. AD Diper também anunciou que fará seu primeiro concurso público em 2015.

Jornal do Comércio

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Refinaria já está produzindo combustíveis em Suape


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O “coração” da Refinaria Abreu e Lima, a unidade de destilação atmosférica, começou oficialmente a funcionar no último sábado. De forma bem simples, é uma torre que processa o petróleo: em cada “andar” há uma temperatura e processos diferentes, resultando em um produto específico.
Segundo nota divulgada pela Petrobras nesta segunda (8), da primeira carga de petróleo processada em Pernambuco saíram diesel, gás de cozinha (GLP) e produtos menos conhecidos do grande público: nafta, usado pela indústria petroquímica, e duas matérias-primas para outras etapas de produção da própria refinaria, o gás combustível e o resíduo atmosférico (RAT).
Confira a nota da Petrobras:
“Refinaria Abreu e Lima inicia produção de derivados de petróleo
A Petrobras iniciou no sábado, 06/12, a produção de derivados de petróleo na Unidade de Destilação Atmosférica (UDA) da Refinaria Abreu e Lima (RNEST). Os produtos foram enviados para armazenamento em tanques e esferas da refinaria.
A primeira carga de petróleo, após o processamento na UDA, gerou gás liquefeito de petróleo (GLP), nafta, diesel e resíduo atmosférico (RAT) – insumo para a unidade de coqueamento retardado. Além dos derivados, foi produzido também gás combustível, que será utilizado nos processos da própria refinaria.
Jornal do Commercio