quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ITAPISSUMA - Litoral Norte de Pernambuco ganha estaleiro.

Grupo espanhol vai investir US$ 20 milhões em Itapissuma
Imagem mostra produção da Cambel na Europa / Reprodução portfólio da empresaLitoral Norte vai ganhar um estaleiro de US$ 20 milhões. O projeto é o Cambel BR, uma subsidiária do grupo espanhol Cambel Europa, que vai produzir blocos eembarcações de apoio às megaempresas do próprio setor naval, como o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e o Vard Promar, ambos em Suape. O Cambel está em fase inicial de implantação, no município de Itapissuma, nas mesmas instalações que há décadas pertenceram ao antigo estaleiro Navesul – que estava desativado há anos.
A equipe de espanhóis e brasileiros estava aguardando o momento de apresentar o projeto ao governo estadual, numa reunião marcada para hoje. O diretor do Cambel, Antônio Amaral, diz que a consultoria Policonsult foi contratada e já está trabalhando na certificação da capacidade de carga das instalações. A previsão do executivo é gerar 500 empregos até o fim deste ano.
Para isso, contudo, é preciso buscar articulação com a prefeitura de Itapissuma e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), para capacitar e treinar a mão de obra.
“Vai ser uma grande oportunidade de o município se incluir nessa grande cadeia dedesenvolvimento que é a cadeia naval”, comenta o prefeito de Itapissuma, Cláudio Xavier, o Cal Volia. “Já estamos buscando essa articulação com o Senai”, diz o prefeito.
Como a edificação do estaleiro já está pronta, explica Amaral, o Cambel planeja usar um método de construção diferente do Atlântico Sul, por exemplo, que usa pórticos sobre trilhos para construir navios e plataformas. No caso do Cambel, o pórtico será sobre pneus, o que permitirá que esse equipamento suspenda a peça produzida e, conforme a necessidade, a embarque em carreta ou embarcação de transporte.
Dessa forma, o marco inicial de produção pode ser acelerado para ocorrer até março, por exemplo. “Devemos começar com 150 funcionários. Por um lado, teremos equipe e equipamento para começar logo. Por outro, teremos uma expansão contínua pelos próximos 5 anos”, comenta o executivo.
JC ONLINE

Empresa catarinense anuncia nova planta industrial em Vitória de Santo Antão - PE

A ARXO, empresa catarinense que atua na produção de soluções e armazenagem de combustíveis e fluídos, investirá R$ 15 milhões em três novas unidades no Brasil e no Paraguai neste ano. A estratégia é ampliar a participação no mercado do Norte e Nordeste e alguns países da América Latina. A maior parte do volume será aplicada na nova planta industrial de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do Estado; na montadora de Cidade del Leste, no Paraguai; e na construção do Estaleiro Arxo, em Itajaí, Santa Catarina, com foco no crescente mercado offshore do país.
Com sede em Balneário Piçarras, a empresa – líder nacional na produção de tanques jaquetados para armazenamento de combustíveis – fechou o ano comfaturamento acima de R$ 140 milhões, um crescimento de 33% em comparação aoano anterior, exercício em que a empresa faturou R$ 106 milhões. O volume de negócios ficou acima dos R$ 135 milhões projetados para 2013, resultado atribuído à conquista de novos clientes, a diversificação do mix de produtos e o lançamento de equipamentos.
pORTAL
Com informações da Revista Amanhã.com

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Seleção da nova fábrica da Shineray em Suape continua

Empresa disponibilizou um novo e-mail para os interessados na contratação
Rochelli Dantas - Diario de Pernambuco
Devido à grande demanda de candidatos que desejam participar da seleção da Shineray para trabalhar na fábrica de motocicletas da marca, a empresa disponibilizou um novo endereço eletrônico para receber os currículos. Além do email já divulgado (recursoshumanos@shineraydobrasil.com.br), os interessados também podem enviar os currículos para selecao@shineraydobrasil.com.br.A fábrica está em construção no Complexo Industrial Portuário de Suape. O recrutamento deve ter início no próximo mês. No início, a montadora vai contratar cerca de 50 profissionais. Até o final do ano, serão 120 novos trabalhadores. A fábrica deve entrar em operação em março, mas os funcionários devem ser contratados com antecedência para que passem por um treinamento.A principal exigência é ter moradia localizada nos municípios próximos ao complexo. A preferência é para profissionais que possuam curso técnico e que tenham algum tipo de vivência em indústria, mas este não é um pré-requisito. Os currículos podem ser entregues tambném de maneira presencial, no Centro de Distribuição da Shineray, localizado no Cabo de Santo Agostinho (Avenida Refibrás, 238, Centro).
Os selecionados participarão de um treinamento com duração média de 30 dias, entre aulas teóricas e práticas. Os “professores” serão nove mecânicos que estão em treinamento desde novembro em uma minilinha de produção montada no centro dedistribuição da marca. “São todos mecânicos com mais de dez anos de experiência e que atuarão como multiplicadores”, afirma o engenheiro mecânico da Shineray, Roger Branco.
Um dos multiplicadores é o mecânico Eliezer José Alves de Carvalho, 42. Na profissão há 22 anos, ele diz que nunca pensou em trabalhar como “professor”. “Eu sou contratado da Shineray há cinco anos como mecânico e agora recebi o novo desafio. É uma nova profissão.” Quem também participa do treinamento é o mecânico Reginaldo Ferreira da Silva, 46. “Eu via as motos e tinha curiosidade de saber como era o processo de montagem. Hoje eu participo dele”, comemora.
De acordo com o engenheiro Roger Branco, a previsão é de que, quando a unidade de Suape estiver em sua capacidade plena, a produção seja de uma moto a cada cinco minutos. “A montagem dos modelos acontecerá em uma esteira de 100 metros. No treinamento, utilizamos uma esteira de 33 metros que simula todo o processo e que, posteriormente, será acoplada a fábrica de Suape”, conta Branco.

Transpetro seleciona profissionais para mais de 600 vagas

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Termina na próxima sexta-feira (31) o prazo para inscrição em dois processos seletivos públicos da Transpetro – braço logístico da Petrobras – a 602 vagas para preenchimento imediato de postos de trabalho e para formação de cadastro de reserva. Os editais estão disponíveis no site da companhia e os salários vão até R$ 9,5 mil.
O primeiro processo seletivo é para 83 vagas imediatas e 185 para cadastro de reserva. As vagas oferecidas vão desde condutor mecânico, auxiliar de saúde e moço de convés até taifeiro. A remuneração mínima é R$ 3.148.
A outra seleção é para segundo-oficial de náutica e segundo-oficial de máquinas. A remuneração básica é R$ 9,5 mil. São 120 vagas imediatas e 84 para cadastro ao cargo de segundo-oficial de náutica e 70 imediatas e 60 de cadastro para segundo-oficial de máquinas.
De acordo com informações da subsidiária, os candidatos admitidos pela Transpetro terão direito a benefícios como auxílio educacional para os dependentes (auxílio-creche ou auxílio-acompanhante, ensino pré-escolar, ensino fundamental e ensino médio e superior), plano de saúde, auxílio-farmácia e até plano de previdência complementar.
As contratações são para atender à demanda interna por profissionais às vagas que estão sendo abertas com o avanço do Programa de Modernização e Expansão da Frota da companhia (Promef), que prevê o recebimento de seis navios e três comboios hidroviários construídos por estaleiros brasileiros em 2014.
As embarcações previstas para 2014 são dois panamax (Anita Garibaldi e Irmã Dulce), dois suezmax (Henrique Dias e outro ainda sem nome) e dois gaseiros, sendo um deles o Oscar Niemeyer, que está em fase de acabamento. Até 2020, a frota passará dos atuais 60 para 110 navios, o que deve abrir novas oportunidades de emprego na empresa.
O Promef impulsionou a indústria naval brasileira, após uma crise de décadas, com investimento de R$ 11,2 bilhões na encomenda de 49 navios e 20 comboios hidroviários. O país tem, atualmente, a quarta maior carteira mundial de encomendasde navios em geral e a terceira de petroleiros.
Desde a implantação do Promef, os estaleiros brasileiros já entregaram sete navios à Transpetro: os de produtos Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar, construídos pelo Estaleiro Mauá (RJ); e os suezmax João Cândido, Zumbi dos Palmares e Dragão do Mar, entregues pelo EAS. O panamax Anita Garibaldi, que está na fase de acabamentos, deverá entrar em operação ainda neste ano.

Fonte: Agência Brasil

Cidade da Grande João Pessoa poderá ter estaleiro e fábrica de calçados


Cidade da Grande JP poderá ter estaleiro e fábrica de calçados

A cidade do Conde, litoral sul da Paraíba, deve ganhar em breve um estaleiro de iates e umafábrica de calçados. Nesta semana, a prefeita Tatiana Correa, acompanhada do secretário da Agência Municipal de Desenvolvimento – responsável pela captação de investimentos -, Saulo Barreto, esteve reunida com diretores de um estaleiro na cidade de Queimados, a 60 km doRio de Janeiro, negociando a implantação de um empreendimento na região da praia de Tambaba, em uma área estratégica.
A prefeita e o secretário também se reuniram com o empresário Rafi Kahtalian, proprietário da empresa Super Star Calçados, com sede no Rio Grande do Sul, na cidade de Campo Bom (RS), onde apresentaram o potencial do Conde para uma instalação de uma fábrica de sapatos. Saulo Barreto disse que os contatos foram bastante positivos e que os empresários se surpreenderam com a localização e o potencial que a região tem para os dois tipos de empreendimentos.
De acordo com o secretário, que tem articulado uma série de reuniões com empresários brasileiros e estrangeiros, a intenção da prefeita é diversificar as atividades produtivas da Costa do Conde, complementando o setor de turismo, que tem sido a grande mola mestra do desenvolvimento econômico do município. “Com a chegada de grandes empresas em Pernambuco, a exemplo da fábrica da Fiat, em Goiana, certamente teremos uma série de novos investimentos no Conde, ampliando a oferta de emprego e renda”, afirmou Saulo Barreto.
PB AGORA

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O outro lado de Suape: você conhece essa história?

Infelizmente o Brasil não está livre do desenvolvimento predatório à base de violência contra os mais fracos. É o que se vê, em profusão de histórias, no entorno do Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. O texto abaixo – publicado no jornal O Trecheiro, em 2012 – mostra uma realidade de Suape que não estamos acostumados a ver na imprensa ou nas propagandas oficiais de governos e eleitorais de candidatos. Histórias como essas nunca perdem a atualidade, são sempre atuais.
“Sr. Luís Abílio da Silva, 82 anos e sua esposa dona Maria Luiza da Silva, 92 anos, tiveram a casa derrubada no último dia 22 de maio. Cercado dos filhos e dos 18 netos, Sr. Abílio relembra como tudo aconteceu. “Estava em casa com minha esposa, nora, filhos e netos quando a guarda chegou com o oficial de justiça para nos retirar de lá. Eu estava sentado, fui retirado pelo braço. Minha nora com meu neto de 15 dias, também, foram obrigados a sair. A casa foi derrubada”. A narração do Sr. Abílio mais parece uma história urbana, mas não. Essa história aconteceu no sítio do Engenho de Tiriri, região do Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco.
Foto: Joelma do Couto

Alegando desenvolvimento, o crescimento de Suape passa por cima da história dos moradores próximos a Suape
 A narração do Sr. Abílio mais parece uma história urbana, mas não. Essa história aconteceu no sítio do Engenho de Tiriri, região do Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Segundo Sr. Abílio, as terras foram requisitadas para dar continuidade às obras da ferrovia transnordestina, ferrovia que liga a região Nordeste ao Porto de Suape. Ele conta que no dia ficou transtornado e a família perambulava, sem rumo, sem destino. Hoje, ele passa o dia sentado embaixo de árvores, andando de um lado para o outro e à noite vai para a casa do irmão, Severino, mas são muitas pessoas para um só lugar. A casa do irmão também será demolida.
Ele conta que ainda não recebeu a indenização, mas tem notícias de que já depositaram 60 mil reais em um banco para pagar a indenização. O problema é que não sabem em qual banco está depositado. Segundo Sr. Abílio, a advogada, Dra.  Conceição Gontijo disse que são 40 mil, mas não informou em qual banco foi depositado.
Na mesma situação está dona Margarida que também foi desalojada e, ainda, não recebeu os R$ 1.800 pela casa. Todos estão com medo do futuro, não querem ir para a cidade, para rua, para a favela. Na mesma situação, estão milhares de famílias que já perderam as terras ou estão para receber a ordem de reintegração de posse. No sítio dos Minervino, Engenho de Algodoais, José Isaías Minervino dos Reis conta que Abílio e seu pai Antônio Minervino dos Reis foram fundadores da cooperativa agrícola de Algodoais na década de 1960. “Eu já era morador daqui mesmo antes de Suape chegar”, lembra Isaías. Afirma, também, que hoje a violência das desocupações é maior que no período da ditadura militar. Isaías divide o sítio herdado do pai com cinco irmãos e irmãs que vivem nas terras e dela tiram o sustento.
São cinco residências construídas no sítio. A administração de Suape ofereceu apenas 10 mil reais por residência, não indenizaram as terras, nem as plantações e as aves. “Dizem que não temos direitos, que somos posseiros”, afirma Isaías. Minervino diz não ser contra o progresso e o desenvolvimento, mas quer receber o valor real do imóvel para que possa continuar vivendo dignamente. O sítio já foi afetado duas vezes pelo complexo de Suape e teve seu tamanho reduzido. Agora a família luta não apenas contra uma redução de espaço, mas contra a perda total do lugar onde nasceram, cresceram e criam os filhos.
Há notícias das “boas intenções” do programa Suape Sustentável que pretende conciliar “crescimento econômico, inclusão social e preservação do meio climático”, mas não foi o que se viu e ouviu de sua população, principalmente, de pessoas e famílias afetadas pelas desapropriações.”

Retirado de um texto da Internet.

Daniel Torquato

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Governador anuncia instalação de estaleiro e primeira fábrica da FIAT na PARAÍBA

O governador Ricardo Coutinho anunciou, na tarde desta quinta-feira (12), um dos maiores investimentos privados da história da Paraíba. Trata-se da construção do maior estaleiro de reparos de navios da América do Sul pelo grupo americano McQuilling Services LLC, no município de Lucena, Litoral Norte do estado. Além desta, também será instalada na Paraíba a primeira indústria da cadeia produtiva da Fiat na Paraíba, a GME Brasil. Juntas, ela irão investir quase R$ 2 bilhões e gerar mais de 6 mil empregos diretos e indiretos. As duas empresas assinaram protocolos de intenção com o Governo do Estado, em solenidade realizada no Palácio da Redenção.
O investimento previsto para a construção da Empresa de Docagens Pedra do Ingá (EDPI) em Lucena é de R$ 1,9 bilhão, a qual deverá gerar 1.500 empregos diretos e outros 4.500 postos de trabalho indiretos. Já a GME Brasil vai se instalar em Caaporã, com aporte financeiro de R$ 6 milhões. Os empreendimentos incentivados pelo Governo do Estado colocam a Paraíba como protagonista nos segmentos naval e automotivo.
“É uma nova realidade que surge para Lucena, estagnada depois da proibição da pesca da baleia, e toda Paraíba. E agora temos o maior investimento que este estado já viu naquela região. Vamos mudando a cada dia o perfil da Paraíba, com este investimento de projeção internacional. E outros mais que verificam na Paraíba um ambiente preparado para estimular a iniciativa privada, o desenvolvimento econômico e social”, pontuou o governador Ricardo Coutinho, comentando sobre o marco histórico que as empresas representam na economia paraibana.
Com estes recursos, os investimentos privados na Paraíba nos últimos 3 anos totalizam R$ 4,4 bilhões. “Estes números são o fruto do esforço de toda equipe na estruturação da Paraíba e captação de investimentos. Com uma política ofensiva para compensar o tempo que o Estado passou no atraso, garantindo a competitividade regional e nacional. E queremos mais, estamos abrindo parques industriais e construindo condições para o estado, as empresas e a população ganhar”, destacou Ricardo Coutinho.
Estiveram presentes à solenidade, o secretário de Planejamento, Gustavo Nogueira; o secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano; o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Renato Feliciano; a presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba, Tatiana Domiciano; além do deputado estadual Mikika Leitão.
O prefeito de Lucena, Marcelo Sales, participou da assinatura de protocolos e destacou a mudança que será provocada na economia do município. “Nossa cidade a partir de hoje é outra. Lucena era muito carente de emprego e renda. A proibição da pesca da baleia desempregou mil famílias. Agora, a solução que o governador disse que encontraria, chegou. Todos estão de parabéns e agora é a redenção da nossa cidade”, comemorou.
Referência mundial – A Empresa de Docagens Pedra do Ingá construirá no distrito de Costinha, em Lucena, um estaleiro de reparo de grande porte. Será o maior estaleiro de reparos e docagens de navios do hemisfério Sul, e comparável às maiores instalações do gênero no mundo, com previsão para iniciar suas operações em 2017.
De acordo com o secretário executivo de Indústria e Comércio, Marcos Procópio, o empreendimento é o de maior projeção na Paraíba, pelo aspecto do valor de investimento (R$1,9 bilhão) e pelo surgimento de uma nova matriz de desenvolvimento. “É um projeto de valores e localização que colocam a Paraíba como referência para as embarcações que transitam pelo Atlântico e precisam, a cada 5 anos fazer revisões e reparos”, comentou o secretário.
Representante do grupo de investidores McQuilling Services LLC, Celso Souza, destacou que as primeiras operações do estaleiro deverão começar em aproximadamente dois anos. “Estaremos desde já iniciando o projeto para instalação, cuidando de todos critérios estruturantes e ambientais para termos pleno sucesso no empreendimento. Para chegarmos à funcionalidade plena, levaremos 36 meses, gerando emprego para os paraibanos desde a construção até o funcionamento do estaleiro”, detalhou. O nome Empresa de Docagens Pedra do Ingá foi escolhido, segundo Celso, para homenagear o estado diante da hospitalidade recebida desde as primeiras tratativas com o governo local.
A outra indústria anunciada na tarde desta quinta-feira foi a EFG – Automação e Robotização de Linhas de Montagem, pertencente ao Grupo GME Brasil. O projeto da multinacional automotiva terá investimentos de R$ 6 milhões, e a previsão inicial é de gerar 120 empregos diretos. A empresa será construída em Caaporã, e seu objetivo é atender a demanda das três novas linhas de produtos que serão desenvolvidas na planta de Goiana, no vizinho estado de Pernambuco.
De acordo com o diretor comercial do Grupo GME, Geraldo Lima, a empresa projeta e constrói as máquinas que fazem a montagem dos veículos, bem como os robôs e os programas que são usados no processo. Na Paraíba, a unidade será responsável por desenvolver os equipamentos utilizados pela Fiat, que está sendo construída em Goiana, Pernambuco. O projeto é o primeiro da cadeia produtiva da montadora a instalar-se no Estado.
“Verificamos que a região de Goiana estava já saturada de empreendimentos e a Paraíba mostrou-nos ótimas condições de investimentos. E não tivemos dúvidas na escolha do Estado. Já temos 30 jovens paraibanos recebendo treinamentos em nossa sede, no Paraná. E queremos já nas primeiras quinzenas do próximo ano iniciar os trabalhos em Caaporã”, detalhou.
Para a presidente da Cinep, Tatiana Domiciano, a região de Goiana, do lado pernambucano, e Caaporã, na Paraíba, é de interesse comum entre os dois estados e ambos só têm a ganhar com a vinda das empresas. “Vivemos um momento positivo para o Litoral Sul da Paraíba. Tanto com os empreendimentos focado em nosso estado, como o Polo Cimenteiro, que nos fará o segundo maior produtor do país. Assim como a Fiat em Pernambuco, permite que empresas complementares venham para nosso estado, além de gerar emprego e renda para os paraibanos nos dois lados da divisa”, comentou a presidente.
Redação com Assessoria