quinta-feira, 28 de junho de 2012

Governo de Alagoas já procura outra área para o Estaleiro EISA

O Secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes, esteve reunido nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, com o Presidente do Synergy Group, German Efromovich, para discutir alternativas que viabilizem a implantação do Estaleiro Eisa Alagoas S.A em outra área na costa litorânea do Município de Coruripe.

Esse encontro foi marcado após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) negar a licença-prévia para a instalação do empreendimento em uma área que comprometeria cerca de 70 hectares de mangue na região. O anúncio do órgão foi feito no último fim de semana.

Durante toda a manhã da segunda-feira (25), um engenheiro do Synergy Group e o Diretor do Eisa Alagoas, Manoel Ribeiro, estiveram acompanhados de um consultor especializado na área de proteção ambiental em uma área no município de Coruripe, que serviria como alternativa para a implantação do estaleiro.

Esse local fica a cerca de 10km de onde seria instalado inicialmente o Eisa Alagoas, caso a licença fosse concedida, em uma região onde não há manguezal.
O Secretário Luiz Otavio Gomes afirmou que o Governo do Estado lamentou a decisão do Ibama, tendo em vista os esforços que estavam sendo feitos junto ao Synergy Group para a chegada do empreendimento.

De acordo com Luiz Otavio Gomes, as articulações foram iniciadas no ano de 2009, tendo a empresa já investido cerca de R$ 4 milhões em estudos de impacto ambiental naquela área.
“Lamentamos muito essa decisão. O Synergy Group apostou na competência do Governo de Alagoas e decidiu trazer o empreendimento para o Estado em 2009. Mesmo com a licença-prévia negada, a diretoria do estaleiro não desistiu de trazer o empreendimento. Vamos ao Rio de Janeiro para buscar uma nova alternativa e mostrar que ele ainda pode ser viabilizado, atendendo aos requisitos estabelecidos pelo Ibama”, explicou o Secretário.

Ele ainda acrescentou que o Governo do Estado não obteve qualquer tipo de prejuízo financeiro, mesmo com a concessão de incentivos fiscais, creditícios e locacionais. “Todos os estudos e investimentos foram executados pelo Synergy Group. O Governo de Alagoas atuou como parceiro institucional para dar celeridade ao processo de implantação do estaleiro”, disse.

Tribuna Hoje

Setor têxtil paraibano é destaque no cenário nordestino

A Paraíba é o terceiro estado produtor de tecidos do Nordeste, com uma média de 12 mil toneladas mensais, de acordo com dados do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem. O segmento também se destaca quando o assunto é elaboração manual e, por isso, está sendo homenageado no 16ª Salão do Artesanato Paraibano. O evento, que segue até 29 de junho, é realizado pelo Sebrae na Paraíba e governo estadual.
 
De acordo com a gestora de Artesanato do Sebrae Paraíba, Verônica Ribeiro, o tema Tecendo Tradições é uma homenagem a arte da tecelagem. “Logo na entrada do evento, os visitantes podem conhecer as técnicas usadas pelos tecelões na produção de redes e outras peças, que estão reunidas uma mostra especial”, disse a gestora.

Estado produz uma média de 12 mil toneladas mensais de tecido, de acordo com dados do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem.

“A Paraíba é um dos grandes produtores de tecelagem, tendo a Coteminas como uma das principais indústrias. O estado tem mais de 55 empresas, de micro a grandes unidades", destacou o presidente do sindicato, Magno César Rossi. Ele apoveitou para enfatizar que o setor emprega mais de oito milhões de pessoas no Brasil.
 
“Os paraibanos devem ser alguns milhões. Teremos dados precisos em breve”, disse. Para o segmento crescer ainda mais no Nordeste, é preciso investir nos micros e pequenos negócios. “A vantagem de se ter uma empresa neste setor é a prestação de serviço social. Há uma cadeia ampla de geração de emprego, pois o trabalho começa no campo, no plantio e no beneficiamento do algodão, chegando à confecção e outras áreas”, comentou.
 
Apesar de atuar numa linha de menor proporção, o empresário do setor que participa do salão pode ter benefícios. Segundo Rossi, os negócios de moda são os que mais podem se destacar. “Se o empreendedor for criativo, ele pode fazer com que os seus produtos cheguem ao mercado e ocupem o espaço das peças importadas”, disse.

Agência Sebrae

Grupo Roca estuda investir em Pernambuco


O Brasil já é o maior mercado do grupo Roca, que estuda instalar uma nova unidade em Pernambuco, mais especificamente em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul, para produzir metais para cozinhas e banheiros. A empresa até procurou a Compesa para tratar do fornecimento de água, mas por enquanto evita falar sobre o assunto, pois o projeto estaria em fase inicial.
 
“No momento, o Grupo Roca avalia a instalação de uma nova fábrica no município de Vitória de Santo Antão. Os estudos estão em fase inicial”, limitou-se a Roca a dizer através de nota. Caso o projeto avance, a Roca vai se juntar a outras multinacionais que já atuam em Vitória de Santo Antão, como Kraft Foods e BR Foods, com a fábrica da Sadia. Segundo informações da Compesa, o consumo médio da fábrica seria de aproximadamente cinco mil metros cúbicos por mês, projetando uma receita de cerca de R$ 7,5 mil para a companhia pernambucana. O abastecimento seria feito a partir da barragem de Águas Claras.

Empresa evita falar sobre assunto, mas pode se instalar em Vitória e já procurou a Compesa para fornecimento d’água


Se considerarmos os resultados financeiros da subsidiária brasileira do grupo espanhol, divulgados na semana passada pela primeira vez na história, a nova unidade tem tudo para sair do papel. Em 2011, o Brasil se tornou o primeiro mercado da Roca em volume, com um faturamento de 319,3 milhões de euros (cerca de R$ 826 milhões), num crescimento de 15,8% em relação a 2010.
 
“Atualmente, o Brasil é o primeiro mercado do grupo em vendas. O bom comportamento do mercado interno e o forte crescimento do setor de construção civil permitiram registrar um importante aumento no faturamento este ano. Nossa prioridade é ampliar a oferta de produtos com outros itens da sala de banho, como metais, móveis e acessórios, e também aproveitar as oportunidades de negócio junto ao consumidor que realiza a aquisição do seu primeiro imóvel”, declara Joan Jordá, presidente da Roca Brasil.
 
Globalmente, o grupo Roca alcançou no ano passado um faturamento líquido de 1,55 bilhão de euros (cerca de R$ 4 bilhões), representando um incremento de 3,5% na comparação com o ano anterior. Já o lucro bruto atingiu 20 milhões de euros (cerca de R$ 51 milhões). O bom desempenho é creditado principalmente ao crescimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que já respondem por 40% do volume de negócios do grupo.
 
O grupo é especializado em desenho, produção e comercialização de produtos para salas de banho, pisos e revestimentos cerâmicos. A companhia emprega 21,1 mil pessoas em 72 fábricas em 18 países. No Brasil, sua presença foi consolidada em 1999 com a aquisição do grupo Keramik Holding AG Laufen, proprietária das marcas Incepa, Celipe e Logasa. São 3,1 mil empregados no país, distribuídos em oito unidades produtivas.
 (Micheline Batista)

DIARIO DE PERNAMBUCO

Ibama nega licença para Estaleiro EISA Alagoas

Jessica Pacheco

O Ibama Nacional negou a liberação para a construção do Estaleiro EISA Alagoas S. A. no Pontal de Coruripe, litoral sul de Alagoas, a informação foi confirmada na manhã desta segunda-feira (25) pelo órgão em Alagoas. “Os técnicos do Ibama fizeram um trabalho sério e entenderam que aquele espaço tem que ser protegido”, disse o Ibama/AL.


O parecer técnico divulgado pelo Ibama Nacional na última semana apresenta 99 páginas que explicam todo o processo e apresenta na conclusão a negativa do órgão em não liberar o empreendimento. Segundo os técnicos, o local escolhido pela Grupo Sinergy e o Governo de Alagoas para implantação do estaleiro não é “ambientalmente viável para a instalação do empreendimento”, e dessa forma o órgão negou a licença.

Segundo parecer técnico do IBAMA, relatório apresentado ‘ignorou’ e ‘subestimou’ impactos ambientais à área escolhida para Estaleiro

Confira o parecer completo no site do Ibama.

Segundo a análise feita pelo biologos, contratados pela emrpesa, em 25 dias de trabalho, foram encontradas mais de 30 tartarugas marinhas naquela localidade, detalhe esse que foi veementemente ‘desmentido’ pelo Prefeito de Coruripe, Marx Beltrão, durante a audiência pública realizada em março deste ano. Beltrão afirmou que em trinta anos que mora em Coruripe nunca uma tartaruga se quer em Coruripe.

A análise criteriosa do EIA/RIMA apresentado pelo AQUAPLAN, a pedido do Grupo Sinergy, pelos técnicos do Ibama Nacional não deixaram passar despercebido deficiências no relatório e informações maquiadas. De nada adiantou o apelo da população carente e dos políticos, que querem viabilizar a todo custo a vinda desse empreendimento.


Entre os pontos mais fortes que levaram o órgão ambiental nacional a negar a liberação de construção foram citados no parecer como: mais de 50 % da área que seria construído o empreendimento está em área de preservação permanente (APP); quase toda a faixa de praia, entre a foz do rio Coruripe e o Pontal do Coruripe, seria destruída com a construção; e sobretudo o parecer técnico crítica a avaliação de impactos do EIA/RIMA apresentado pelo empreendedor: “Na avaliação de impactos, foram ignorados, mal classificados e/ou subestimados impactos negativos sobre os meios físico, biótico e socioeconômico, desconsiderando informações importantes sobre o projeto do empreendimento e sobre o diagnóstico ambiental”.

Ainda de acordo com o parecer técnico divulgado no site do Ibama, os técnicos reconheceram que o empreendimento trariam benefícios socioeconômicos tanto para Coruripe, como para o próprio Estado, mas afirmou veementemente que o local escolhido é ‘inviável’.

“Deve haver uma melhor avaliação de alternativas locacionais para a instalação do Estaleiro EISA Alagoas S.A. Esta equipe entende que podem existir no Estado de Alagoas e no município de Coruripe, alternativas locacionais menos impactantes do ponto de vista ambiental, sem a necessidade de supressão de um importante remanescente de manguezal”, trazia o documento.

Agora, o Governo do Estado e o Grupo Sinergy deverão encontrar outras formas de viabilizar o empreendimento.

Fonte: Primeira Edição

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Camargo Corrêa compra 4ª maior cimenteira do Brasil por 3 bilhões de euros


A Camargo Corrêa anunciou nesta quarta-feira a conclusão de sua oferta de aquisição da cimenteira portuguesa Cimpor, num investimento total de quase 3 bilhões de euros que lhe dará controle sobre a quarta maior produtora de cimento do Brasil.

O grupo brasileiro, por meio da unidade InterCement, investiu 1,5 bilhão de euros na oferta, que lhe garantirá 94,81% de participação na Cimpor, após desembolsar 1,44 bilhão de euros em 2010 para ingressar no capital da cimenteira portuguesa.

Com a aquisição, a InterCement pulará da terceira para a segunda posição no ranking de produtores de cimento do Brasil, dobrando sua produção para cerca de 11,4 milhões de toneladas, segundo dados mais recentes da associação que representa o setor, o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

A liderança é ocupada pelo grupo Votorantim, que produz 22,4 milhões de toneladas e trocará sua participação na Cimpor por ativos internacionais da cimenteira portuguesa na Ásia, África e em alguns mercados sul-americanos.

Com a troca de ativos, a Votorantim ampliará também a sua atuação internacional. O grupo já detém fábricas de cimento no Canadá e Estados Unidos, e participações na Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai e Peru.

Na oferta pública de aquisição (OPA), a Camargo Corrêa pagou 5,50 euros por ação, preço inferior aos 6,5 euros oferecidos pela Companhia Siderúrgica Nacional em 2010. O grupo já era o maior acionista da Cimpor, com uma participação de 32,9%, e comprou um lote adicional de 40,6%. A Votorantim detém outros 21,2%.

Segundo a Camargo Corrêa, a participação da Votorantim será definitivamente transferida para a Camargo assim que duas complexas trocas de ativos entre os grupos estiverem concluídas.
A Camargo Corrêa vai integrar suas operações angolanas e sul-americanas, que incluem Brasil e Argentina, na Cimpor. A partir daí, a Votorantim terá oportunidade de adquirir as operações da Cimpor na China, Índia, Turquia, Marrocos, Tunísia, Peru e parte dos negócios da portuguesa na Espanha a um preço definido por auditores independentes.

A operação também envolve parcela equivalente a 21,21% da dívida líquida da Cimpor.
O presidente da InterCement, José Édison Barros Franco, disse que a Camargo Corrêa só conseguiu realizar a aquisição por duas razões: "A primeira, porque no Brasil existe financiamento disponível para financiar este tipo de operações com alguma dimensão. A segunda, porque alguns acionistas da Cimpor precisavam vender suas participações, como os jornais portugueses adiantaram", disse.

CADE

O desenho da operação pode ajudar na aprovação do negócio pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que afirmou nesta quarta-feira que "o caso está em análise e é objeto de preocupações concorrenciais desde seu início, dado que o setor apresenta fortes indícios de concentração". O órgão ainda não tem previsão de julgamento do caso.

Em abril, o presidente do órgão afirmou que qualquer operação societária envolvendo a Cimpor que reduza a concentração no mercado brasileiro seria melhor do ponto de vista concorrencial.
Atualmente, a Votorantim detém cerca de 40% das vendas totais de cimento do Brasil. A InterCement tem 10%.

Com a compra da Cimpor, a InterCement reforçará sua atuação com fábricas de cimento da companhia portuguesa localizadas no Nordeste do Brasil, uma das regiões de mais forte crescimento no país, sendo duas na Bahia, uma na Paraíba e outra em Alagoas.

A empresa também passará a ter capacidade no Centro-Oeste e Sul do país, com uma unidade em Goiás e outra no Rio Grande do Sul.

A operação acontece em um momento de forte crescimento das vendas de cimento no Brasil, em meio a programas governamentais de incentivo à construção civil nos setores de habitação e infraestrutura.

Segundo dados do Snic, a venda de cimento no país cresceu 7% em 2011, para um recorde 63,5 milhões de toneladas. A expectativa para este ano é de alta entre 5,5% e 6%.

RECEITA MAIOR

"O resultado final será uma Cimpor maior e não menor, em geração de Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização)", disse Franco.

"Gostaria de frisar que não era nossa intenção fazer a troca de ativos, mas ela surgiu porque um acionista relevante (Votorantim) disse-nos que não venderia sem isso", afirmou o executivo.
Franco afirmou que a InterCement ainda não tomou decisão sobre manter a Cimpor na bolsa de Lisboa, apesar da empresa deixar o índice PSI20 a partir de 22 de junho por causa da conclusão da oferta.

O executivo não deu detalhes sobre a atual equipe de gestão da Cimpor, liderada atualmente pelo presidente do conselho Castro Guerra e pelo presidente-executivo Francisco Lacerda. "Será feito um comunicado ao mercado sobre o tema", afirmou.

FOLHA.COM

Alagoas é pioneiro na fabricação do maior reator do NE – Fotos exclusivas

Com 53 metros de comprimento e 110 toneladas, equipamento produzido no Polo Industrial de Marechal será instalado em Camaçari, na Bahia
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Alagoas prepara-se para transportar o primeiro reator nunca fabricado na região norte/nordeste e que será instalado na Indústria Oxiteno, situada no Pólo de Camaçari, na Bahia, para fazer parte do processo produtivo daquela unidade. O equipamento, com extensão de 53 metros e pesando 110 toneladas, será transportado em uma carreta especial, que irá percorrer os quase 600 quilômetros entre 10 e 15 dias. A saída do equipamento está prevista para ocorrer ainda nesta quinta-feira (21), dependendo apenas de liberação da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Conforme ressalta Wilson Costa, gerente geral da Fábrica Jaraguá Equipamentos Industriais, o crescimento industrial do Nordeste já é uma realidade, tendo em vista, principalmente, o pioneirismo do estado na região norte/nordeste em fabricar equipamentos com tais dimensões.

0“Com o apoio do governo do estado, que vem incentivando grandes empresas a se instalarem no estado. A Jaraguá Equipamentos instalada no Pólo Industrial de Marechal Deodoro, que acreditando em um vigoroso crescimento industrial do nosso país, principalmente nos setores de óleo e gás, petroquímica e biomassa, investiu numa grande indústria e na capacitação técnica da região, e que hoje conclui um feito marcante para indústria alagoana, fornecendo um equipamento com dimensões nunca fabricado no estado.”, expõe Costa.

Por este motivo, Alagoas passa, agora, a ser referência na fabricação de equipamentos para a indústria petroquímica, com capacidade para atender à região Nordeste e o Brasil, bem como exportar esse e outros produtos.

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Novo empreendimento

Na última segunda (18), o Governador Teotônio Vilela, políticos e empresários se reuniram no Porto de Maceió, para o lançamento da Pedra Fundamental, cuja placa marca o início de criação da nova unidade Jaraguá Equipamentos Industriais do Nordeste no porto de Maceió.

Essa nova unidade vai ser instalada no Porto de Jaraguá em uma área de 26.000 m² e está previsto um investimento R$ 15 milhões nos próximos 12 meses e vai gerar cerca de 250 empregos diretos em Alagoas.

“Esse é mais um empreendimento que consolida Alagoas como um dos Estados da região Nordeste mais qualificados para receber novos negócios. A chegada da Jaraguá Equipamentos no Porto de Maceió vai também posicionar estrategicamente o Estado dentro do mercado naval, com a chance de prospectar outros investimentos”, declarou o governador Teotônio Vilela Filho.

A Jaraguá Equipamentos já está presente em Alagoas desde o ano de 2010, quando inaugurou uma unidade no Pólo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela (PJAV), em Marechal Deodoro.

Fonte: Jaraguá

Como trabalhar em Suape

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Trabalhar em Suape é uma ótima opção para você que está procurando emprego. Suape é um Complexo Industrial Portuário, localizado no Estado de Pernambuco, na cidade de Ipojuca. Nesse complexo estão mais de cem empresas, e no total já foram abertos mais de um milhão de postos de trabalho. Dentre as empresas de Suape estão a Refinaria Abreu e Lima, Petroquímica Suape e o Estaleiro Atlântico Sul, três das maiores geradoras de emprego na região.

Instruções

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 Pernambuco tem hoje um grande conjunto de vantagens que vem atraindo profissionais de todo Brasil. Suape é um importante pólo de empresas especializadas em gás, petróleo, offshore e do setor naval.
Para se candidatar as vagas de empreso é muito simples. É necessário fazer o cadastro no site www.maisemprego.mte.gov.br. Podem fazer o cadastro pessoas maiores de 14 anos. Alem de ter um email válido, na realização do cadastro será solicitado documentos como Carteira de Trabalho, Registro de Identidade, Cadastro de Pessoa Física, NIS/NIT ou PIS/PASEP. No cadastro, o candidato deve expor suas experiências profissionais, escolaridade e as qualificações, como curso técnico e universitário.

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Depois de realizado esse cadastro, será enviado para seu email uma senha de acesso e um login. É necessário fazer a validação das informações que foram dadas no ato do cadastro. Essa validação pode ser feita em uma das vinte e sete agencias de trabalho que estão espalhadas por Pernambuco. Para a validação, leve seus documentos pessoais, alem do certificado de escolaridade e certificados de qualificação profissional.
Você também pode enviar o seu currículo atualizado para o email suape@stqe.pe.gov.br ou curriculum@suape.pe.gov.br.

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Pernambuco é um dos lugares do nordeste brasileiro que mais tem atraído investimentos. Suape é a junção de um complexo industrial a um porto que tem ótima localização para as rotas de navegação. Por isso, Suape tem atraído investimentos altos, tanto nacionais como internacionais.

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Suape é o lugar é ideal para engenheiros petroquímicos e outros profissionais formados em áreas com ligação a produção de energia. Outro ponto positivo de trabalhar em Suape é que a maioria das empresas oferece cursos para formar mão de obra capacitada. O complexo de Suape também é reconhecido por suas ações sociais. O Projeto Suape para Todos tem três anos de atuação e no Centro de Treinamento já formou aproximadamente três mil pessoas. Qualquer pessoa pode se inscrever no projeto de capacitação que une qualificação profissional, inclusão digital, ensino fundamental e médio, alem de reforço escolar.

Por GLG