sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Impsa expandirá fábrica de aerogeradores em Suape

Empresa investirá R$ 35 milhões na unidade pernambucana



 A empresa do ramo de energia eólica Impsa participou, em São Paulo, do Wind Forum 2012, com o objetivo de encontrar clientes e discutir questões relevantes para o setor. Apesar de não poder adiantar nenhum acordo, o diretor Comercial do grupo argentino, Paulo Ferreira, explicou que alguns contatos resultam em boas negociações.

O foco, no entanto, está nas novas fábricas e no leilão de energia que acon­tecerá no próximo mês. Para 2012, a Impsa se prepara para a construção de três novas fábricas, além da expansão da já existente, no Com­plexo Industrial Portuário de Suape. “Na fábrica de aerogeradores, que já existe em Pernambuco, vamos investir R$ 35 milhões”, esclareceu.

Em uma distância de dois quilômetros, já está em construção a fábrica de Hydro, que receberá um montante de R$ 150 milhões. “Ela será uma fábrica gigantesca. O galpão principal terá 300 metros de comprimento. Teremos máquinas que aguentarão peças de 200 toneladas. Também teremos uma que aguentará peças de 500 toneladas, para as turbinas de Belo Monte. Esse será um dos maiores galpões do Brasil”, explicou. A estimativa é que já tenha máquinas em operação em junho deste ano.

As outras duas fábricas também serão de grande importância para a marca. No Rio Grande do Sul, será construída uma nova fábrica de aerogeradores, com capacidade de produzir 140 máquinas por ano. Ela deverá fornecer o material para as usinas de Santa Catarina. Segundo Ferreira, o investimento será algo em torno de R$ 60 milhões e R$ 80 milhões. A terceira é de eletrônicos, que terá valor agregado “muito grande”. “Serão feitas os conversores eletrônicos de potência e sistema de controle dos aerogeradores.

É o cérebro e o coração do aerogerador. Terá uma sofisticação muito grande”, afirmou Ferreira. Apesar da relevância, o local que receberá o investimento de R$ 30 milhões ainda não foi decidido.
De olho no mercado nacional, a Impsa também se prepara para o leilão que acontece em março. A expectativa é que sejam colocados à venda 2 mil megawatts (MW).

Rodrigo Lins / Folha-PE

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Pronatec terá quase 1,2 Pronatec terá quase 1,2 milhão de vagas este anomiPronatec terá quase 1,2 milhão de vagas este anolhão de vagas este ano



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O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) vai oferecer, este ano, quase 1,2 milhão de vagas em cursos de qualificação em áreas como construção civil, informática, mecânica, turismo e enfermagem.
A presidenta Dilma Rousseff disse, em entrevista ao programa Café com a Presidenta, que os cursos serão feitos em parceria com o Senac, Senai e escolas técnicas federais. “O mercado de trabalho está exigindo cada vez mais qualificação. No ano passado, mais de 60% dos trabalhadores nas regiões metropolitanas tinham feito pelo menos o ensino médio, ou seja, estudaram pelo menos 11 anos”, disse.
No ano passado, foram criados quase 2 milhões de empregos com carteira assinada. No setor de serviços, foram 925 mil vagas, no comércio, 452 mil, e na construção civil, foram 223 mil novos empregos.
Segundo a presidenta, o desemprego atingiu o nível mais baixo dos últimos dez anos, chegando a 4,7% em dezembro. “Esses resultados são muito positivos, principalmente quando a gente observa o que acontece na Europa e nos Estados Unidos, onde uma séria crise econômica gerou estagnação e desemprego”, disse. “Com investimento, criação de emprego e distribuição de renda, estamos transformando o Brasil em um país de classe média”, completou.
Dilma Rousseff lembrou que o trabalhador com carteira assinada tem acesso a benefícios como décimo terceiro salário, férias remuneradas, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e seguro desemprego, além de acesso a crédito mais barato. “O emprego, com aumento do salário e da renda das famílias, é o motor do crescimento sustentável. Esse é o segredo do sucesso da economia brasileira. As pessoas melhoram de vida, podem consumir mais. A indústria e o comércio crescem, aumentam o investimento, a produtividade.”
Da Agência Brasil

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco abre 123 vagas de vários níveis


A Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), informou que receberá inscrições a partir da próxima terça feira, 7 de fevereiro, para processo seletivo com 123 vagas e formação de cadastro reserva de profissionais de diferentes níveis.
Segundo o edital publicado no site da Fundação Cesgranrio, responsável pela organização, os salários variam de R$ 734,13 a R$ 3.359,14, além disso, os candidatos que forem admitidos poderão receber benefícios como o auxílio creche ou auxílio acompanhante, auxílio ensino (pré-escolar, ensinos fundamental e médio) para filhos, plano de assistência médica e odontológica extensiva ao cônjuge e filhos, plano de previdência complementar e gratificação de férias com parcela legal mais complemento espontâneo.
INSCRIÇÕES
Os interessados poderão se inscrever no período de 7 a 29 de fevereiro, no site www.cesgranrio.org.br, mediante o pagamento da taxa de R$ 22,00 para cargos de nível Fundamental, de R$ 38,00 para Médio e de R$ 55,00 para Superior.
PROVAS
A seleção dos candidatos será realizada por meio de provas objetivas de Conhecimentos Básicos e Conhecimentos Específicos, com questões equivalentes ao grau de escolaridade exigido por cargo. Elas terão a duração de 3h30 e serão aplicadas na cidade do Recife, em data, horário e local que serão informados no Cartão de Confirmação de Inscrição ou nas listas de alocação no site da Cesgranrio.
O preenchimento das vagas obedecerá rigorosamente à ordem de classificação final e será publicada no Diário Oficial da União.
Esse processo seletivo terá a validade de um ano, mas poderá ser prorrogado por igual período a critério da Citepe.
CARGOS
Fundamental – (100 vagas) Operador Têxtil I.
Médio – (2) Almoxarife, (4) Assistente de Faturamento, (3) Auxiliar de Almoxarifado e (4) Operador de Utilidades Têxtil II.
Superior – (2) Analista de Comércio Exterior Júnior, (2) Analista de Logística Júnior, (1) Analista de Logística Júnior – Ênfase em PCP, (2) Analista de Logística Pleno, (1) Analista de Suprimentos Júnior e (2) Analista de Suprimentos Pleno.

IBP realiza curso em Recife: INSPEÇÃO DE TUBULAÇÕES E DUTOS INDUSTRIAIS



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O objetivo do curso é fornecer conhecimentos básicos necessários à inspeção de tubulações de plantas e dutos de transporte em indústrias de petróleo, químicas e petroquímicas, expondo as deteriorações e problemas mais freqüentes assim como as metodologias e recursos disponíveis na atualidade para preservação das condições físicas.
INSTRUTORES
Edgard de Castro Souza – PETROBRAS
Mário Jordão – PETROBRAS
Mais informações pelo telefone: (21) 2112-9033 / (21) 2112-9027 ou por e-mail: cursos@ibp.org.br

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

IBG inaugura fábrica em Suape26/01/2012 Indústria, Petróleo e Gás, suape Indústria de gases começa a operar no próximo mês em Suape sua primeira fábrica na região Nordeste A Indústria Brasileira de Gases (IBG) inaugura no próximo mês sua primeira fábrica no Nordeste. A nova unidade ocupa uma área de 12 mil metros quadrados no Complexo Industrial Portuário de Suape. O investimento nesta primeira fase é de R$ 2,7 milhões, com previsão de gerar 30 empregos. Dependendo da resposta do mercado, o empreendimento poderá ter uma segunda fase, com aporte de mais R$ 20 milhões e geração de outras 30 vagas. A fábrica da IBG vai produzir gás carbônico (CO2), oxigênio, nitrogênio, argônio, óxido nitroso, hidrogênio, acetileno, misturas de gases e gases especiais, utilizados por hospitais e indústrias. Segundo o presidente, Newton de Oliveira, o foco inicial será a produção de CO2, para atender à demanda da indústria de bebidas. O insumo é utilizado na fabricação de águas gaseificadas, refrigerantes e cervejas. “Esperamos que essa fábrica signifique 15% do nosso faturamento com o CO2. Considerando todos os produtos, a unidade pernambucana deverá significar cerca de 5% do nosso negócio”, diz Newton. A IBG é a única indústria 100% nacional do setor. “Trata-se de um mercado bastante disputado. Concorremos com as quatro maiores multinacionais do mundo”, completa o executivo. A unidade de Suape também vai abrigar uma nova estação de enchimento. Até então, a empresa possuía apenas uma estação desse tipo no estado, que funcionava há sete anos no bairro da Imbiribeira, no Recife. “O custo do frete é muito impactante no nosso negócio. Trazer os gases de São Paulo tornava os produtos menos competitivos”, conta o presidente da IBG. Os gases que abasteciam a estação de enchimento da Imbiribeira vinham da fábrica da IBG em Jundiaí (SP). A cada ano, a demanda por gases industriais e medicinais não para de crescer e surgiu a necessidade de ter uma fábrica na região. A planta de Suape abastecerá empresas do Ceará à Bahia, inclusive indústrias químicas e petroquímicas (com o nitrogênio), estaleiros e metalúrgicas (com o acetileno e o oxigênio, que quando combinados são utilizados em operações de solda e corte). No país, a IBG possui dez fábricas espalhadas pelos municípios paulistas de Jundiaí e Descalvado e em Goiânia (GO), além de 15 estações de enchimento. Sua carteira de clientes é composta por mais de três mil empresas. A expansão da companhia teve início em 2005, com a implantação da planta Fox III em Jundiaí. Desde então, mais de US$ 57,3 milhões foram destinados a novos projetos fabris. Micheline Batista – Diário de Pernambuco com planos de expansão


 

Indústria de gases começa a operar no próximo mês em Suape sua primeira fábrica na região Nordeste
A Indústria Brasileira de Gases (IBG) inaugura no próximo mês sua primeira fábrica no Nordeste. A nova unidade ocupa uma área de 12 mil metros quadrados no Complexo Industrial Portuário de Suape.

O investimento nesta primeira fase é de R$ 2,7 milhões, com previsão de gerar 30 empregos. Dependendo da resposta do mercado, o empreendimento poderá ter uma segunda fase, com aporte de mais R$ 20 milhões e geração de outras 30 vagas.

A fábrica da IBG vai produzir gás carbônico (CO2), oxigênio, nitrogênio, argônio, óxido nitroso, hidrogênio, acetileno, misturas de gases e gases especiais, utilizados por hospitais e indústrias. Segundo o presidente, Newton de Oliveira, o foco inicial será a produção de CO2, para atender à demanda da indústria de bebidas. O insumo é utilizado na fabricação de águas gaseificadas, refrigerantes e cervejas.

“Esperamos que essa fábrica signifique 15% do nosso faturamento com o CO2. Considerando todos os produtos, a unidade pernambucana deverá significar cerca de 5% do nosso negócio”, diz Newton. A IBG é a única indústria 100% nacional do setor. “Trata-se de um mercado bastante disputado. Concorremos com as quatro maiores multinacionais do mundo”, completa o executivo.

A unidade de Suape também vai abrigar uma nova estação de enchimento. Até então, a empresa possuía apenas uma estação desse tipo no estado, que funcionava há sete anos no bairro da Imbiribeira, no Recife. “O custo do frete é muito impactante no nosso negócio. Trazer os gases de São Paulo tornava os produtos menos competitivos”, conta o presidente da IBG.

Os gases que abasteciam a estação de enchimento da Imbiribeira vinham da fábrica da IBG em Jundiaí (SP). A cada ano, a demanda por gases industriais e medicinais não para de crescer e surgiu a necessidade de ter uma fábrica na região. A planta de Suape abastecerá empresas do Ceará à Bahia, inclusive indústrias químicas e petroquímicas (com o nitrogênio), estaleiros e metalúrgicas (com o acetileno e o oxigênio, que quando combinados são utilizados em operações de solda e corte).

No país, a IBG possui dez fábricas espalhadas pelos municípios paulistas de Jundiaí e Descalvado e em Goiânia (GO), além de 15 estações de enchimento. Sua carteira de clientes é composta por mais de três mil empresas. A expansão da companhia teve início em 2005, com a implantação da planta Fox III em Jundiaí. Desde então, mais de US$ 57,3 milhões foram destinados a novos projetos fabris.

Micheline Batista – Diário de Pernambuco

Consórcio está selecionando profissionais de nivel médio e superior para atuar na Refinaria

Consórcio Ipojuca Interligações, empresa no ramo de EPC para indústria de Óleo & Gás está precisando de profissionais para algumas funções de nível superior e técnico para atuar na Refinaria Abreu e Lima (PE).

Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail: selecao@consorcioipojuca.com.br ou Caixa Postal: 180 – Cabo de Santo Agostinho (PE) – CEP.: 54505-970

Demanda da indústria é por técnicos de nível médio

Nos últimos seis meses, mais de 30% das indústrias aumentaram suas demandas por profissionais técnicos de nível médio e 59% não reduziram sequer um ponto percentual dessa necessidade. Esse cenário genérico pode ser recortado para o setor de Petróleo, cujo desenvolvimento é percebido pelos volumosos investimentos no Brasil. Por isso, investir nesse tipo de formação, hoje em dia, tem suas vantagens.
Os números são do chefe de Educação do Centro de Tecnologia SENAI Automação e Simulação,
 Maurício Rocha Bastos,


que ressalta as possibilidades de atuação profissional de um técnico tanto na operação quanto  na coordenação de processos produtivos. Sobre os benefícios do curso no setor petrolífero, ele diz: “É simples relacionar as vantagens quando temos não somente o segmento em expansão como também a demanda pela modalidade de formação crescente. O momento que a indústria vive é do técnico de nível médio.”

De acordo com as definições do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, desenvolvido e mantido pelo MEC, as possibilidades de atuação em Óleo & Gás estão direcionadas a três grandes frentes: empresas do setor petrolífero, operadoras de campos de petróleo e prestadoras de serviços.

Entretanto, Bastos lembra que muitas vertentes que não a formação específica em Petróleo e Gás, têm parentesco com o setor. Ele cita os cursos de Eletrotécnica, Construção Naval, Automação Industrial, Eletrônica, Mecânica e Metalurgia como exemplos. “Alguns deles são altamente transversais, ou seja, aplicáveis em diversos segmentos”, explica o executivo do SENAI, detalhando que um técnico nessas áreas pode ser útil tanto na indústria farmacêutica quanto na de Petróleo.

É o caso de Lucas Alves, de 22 anos, estudante do sexto período de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Técnico em Mecânica pelo Cefet/RJ, ele diz que, na época, não lhe faltaram chances de entrar no mercado. “Existem muitas empresas envolvidas na área de petróleo, diretamente e indiretamente, não tive dificuldades para conseguir uma oportunidade de estágio”, diz ele, que trabalhou po seis meses em uma empresa de inspeção de dutos.

Lucas é um exemplo de técnicos que preferiram buscar um novo patamar na carreira, investindo em uma graduação. No entanto, tanto o estudante quanto o executivo do SENAI concordam em um ponto: é possível construir uma trilha de sucesso como técnico no setor petrolífero. “É possível, sim, seguir carreira como técnico na área, mas para ganhar bem o trabalho é duro, pesado, desgastante”, diz Lucas. “Existem excelentes profissionais, com nível técnico de ensino médio, que ocupam posições de relevância para a operação ou coordenação dos processos e que são muito bem valorizados por isso”, diz Bastos.

Oferta

Devido ao aquecimento do setor, a profusão de cursos técnicos de diversas áreas com foco na indústria de Petróleo é notória. Por isso, o executivo do SENAI adverte que é o valor agregado e não o nome da instituição que importa na escolha. “Basta identificar os recursos de infraestrutura física e de pessoal envolvidos, bem como os investimentos necessários para que um curso técnico de excelência seja operacionalizado”, aconselha. (NN Petróleo)