domingo, 9 de outubro de 2011

Carpina vai ter Shopping



Grupo paulista anunciou nesta quinta-feira o mais novo Shopping de Pernambuco, o Carpina Shopping. A proposta é atender toda mata-norte do Estado.

O lançamento para a imprensa, aconteceu na presença do Prefeito Manoel Botafogo que comemorou o investimento de 100 milhões, cuja obra deverá começar no início de 2012.

O novo Shopping terá 140 lojas, com 6 âncoras, praças de alimentação e cinemas. Entre outras, o grupo estaria negociando com Renner, Riachuelo e Lojas Americanas, conforme a informação dos investidores. A previsão é que o centro de compras fique pronto antes da Copa 2014.

A escolha de Carpina não é por acaso. A cidade vem se destacando pela pujança de seu comércio e é, atualmente a principal cidade da mata-norte de Pernambuco.

O lançamento para o público acontecerá em grande estilo em novembro.

Com informações de Flávio Maciel, empresário local, presente ao evento de lançamento.

Confiante, empresa de peças automotivas amplia investimentos e vagas para PE




Quinze novas empresas estão de “malas prontas” para construir sedes em Pernambuco. Este manhã, em  solenidade acontece no auditório do Banco Central, o governador Eduardo Campos assinou protocolos de intenções para que essas indústrias mos municípios de municípios de Jaboatão dos Guararapes, Goiana, Moreno, Cabo, Ipojuca, Timbaúba, Ribeirão e Bonito. Para isso, o governo do estado vai investir R$ 675 milhões, com a perspectiva de empregarão diretamente 3.361 pessoas.

Ainda durante a solenidade, o presidente da indústria de peças automotivas para motores WHB Fundição S.A, Teodoro Hübnet Filho, anunciou a ampliação no investimento para instalar a fábrica na cidade de Glória do Goitá. O montante passou de R$ 300 milhões para R$ 500 milhões, fazendo crescer também o número de empregos gerados para 2.500 pessoas, todas tirados da mão de obra local.

Com expectativa de iniciar as operações em abril de 2013, a empresa já cadastriu 240 pessoas de 18 a 40 anos que iniciam em dezembro deste ano cursos de reforço escolar em português, matemática e lógica. A indústria produz motores para mais de um milhão de automóveis por ano para todas as fábricas de automóveis do Brasil.

Confira quais são as outras empresas e os projetos que elas têm para os municípios pernambucanos:

Em Jaboatão, a empresa Bettanin pretende investir R$ 80 milhões e gerar 400 empregos na fabricação de utensílios domésticos e produtos para limpeza/higiene. Em Moreno, a Dell Anno, empresa especializada em móveis modulados, irá desembolsar R$ 61 milhões e gerar 410 empregos.

Em Timbaúba, a Alka Negócios LTDA irá destinar R$ 20 milhões para a instalação de uma fábrica de solados e artefatos de borracha, empregando 150 pessoas. Em Bonito, no Agreste Meridional, a SAN Indústria de Águas e Bebidas irá investir R$ 25 milhões na construção de uma fábrica de refrigerantes e energéticos, com a expectativa de gerar 150 empregos.

Em Ribeirão, a Sonobom vai destinar R$ 23 milhões para a fabricação de colchões, pretendendo gerar 300 empregos. As empresas de operações logísticas Tegma, Júlio Simões e Shipserv ficarão no município do Cabo; e a ABB – Turbochargers Compressores, especializada na manutenção de motores para navios será construída em Ipojuca. Juntas, as quatro indústrias vão investir R$ 104,5 milhões e empregar 300 pessoas.

O município de Goiana, na Zona da Mata Norte, terá o Polo Farmacoquímico fortalecido com a instalação de cinco novas indústrias. A Hair Fly e a Imbesa – Rishon, empresas de fabricação de cosméticos para corpo e cabelo, deverão movimentar R$ 26 milhões em investimentos e 285 empregos.

A Ionquímica também sinalizou R$ 18 milhões para a construção de fábrica de produtos químicos industriais. Já a Multisaúde Farmacêutica designará cerca de R$ 5 milhões para a construção de indústria do xarope Forteviron, gerando 43 postos de trabalho. Por último, a AC Diagnósticos investirá mais de R$ 13 milhões na fabricação de kits de imunologia e hemaglutinação.

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO

Eduardo tenta atrair estaleiro italiano líder de segmento militar



O governador Eduardo Campos reuniu-se hoje (04) em Roma com o CEO do Grupo Fincantieri, Giuseppe Bono, para oferecer Pernambuco como porta de entrada do grupo italiano no Brasil. Um dos maiores produtores de navios militares do mundo, o estaleiro mantém entendimentos com a Marinha brasileira há dois anos para a construção de 18 fragatas.

Este foi o segundo contato entre o Governo de Pernambuco e a Fincantieri. Em março deste ano, Eduardo apresentou Pernambuco ao grupo, sediado em Gênova. “Nossa proposta é oferecer um intercâmbio tecnológico ao Brasil para que o país possa voltar a construir navios em grande escala para operação no seu mercado interno e também para exportar embarcações e concorrer com a China e com a Coreia”, disse Giuseppe Bono.

Durante a reunião, na sede da embaixada brasileira em Roma, o governador destacou que Suape será o terceiro porto concentrador de cargas do país e que a indústria naval terá no equipamento pernambucano o local ideal para a consolidação de um grande cluster. “A exploração da camada Pré-sal vai requerer uma modernização do sistema de defesa brasileiro e, para isso, colocamos Pernambuco à disposição do Fincantieri e da recuperação da indústria naval brasileira”, afirmou Eduardo.

O grupo naval italiano também atua no reparo e na produção de grandes navios mercantes. Em 52 anos de atuação, o estaleiro já entregou mais de sete mil embarcações. No segmento militar, além de fragatas, o Fincantieri fabrica e presta consultoria técnica à produção de submarinos, porta-aviões, corvetas, entre outras embarcações para países de diversas partes do globo como Estados Unidos, Índia, Iraque, Alemanha, Arábia Saudita, Turquia, entre outros países.

 (Blog da Folha)

Obras do terceiro estaleiro em Pernambuco começam em dezembro

O estaleiro vai receber investimento de R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos na fase de construção

O Estaleiro CMO – Construção e Montagem Offshore (batizado inicialmente de Construcap) – vai iniciar suas obras no Complexo de Suape em dezembro deste ano. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (3), pelo governador em exercício João Lyra Neto, depois de reunião com representantes do empreendimento, no Palácio do Campo das Princesas. O estaleiro vai receber investimento de R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos na fase de construção.

O CMO é o terceiro estaleiro do Polo Naval de Suape, que já conta com o Atlântico Sul, em operação, e o Promar S.A., em fase de implantação. O principal cliente do grupo é a Petrobras, que está realizando várias licitações para aquisição de plataformas de exploração de petróleo para o pré-sal. Os empreendedores participam de nove processos licitatórios para a construção dessas plataformas.

Área do futuro Estaleiro CMO

O Estaleiro CMO vai funcionar numa área de 40 hectares na Ilha de Tatuoca, ao lado dos demais empreendimentos que integram o cluster naval. Serão construídos módulos para plataformas marítimas (FPSO) fixados em estruturas flutuantes que extraem petróleo do fundo do mar em grandes profundidades. As plataformas são consideradas itens de maior valor agregado na indústria naval e podem custar, em média, R$ 1 bilhão. A montagem chega a empregar 7 mil pessoas.

O estaleiro terá capacidade para processar 40 mil toneladas de aço por ano, porte bem menor que o do Atlântico Sul, que consegue processar 160 mil toneladas por ano. Para tocar o empreendimento, a Construcap fechou parceria com a empresa americana MCDermott, com expertise no setor.

Antes da audiência com o governador do Estado, o presidente da MC Dermontt, Stephen Johson, e diretores da corporação visitaram o Porto de Suape. Para atrair o empreendimento, o governo de Pernambuco se comprometeu a realizar a dragagem do canal de acesso à área do estaleiro, em Suape.

O Estado entrará com uma contrapartida de R$ 295 milhões e com incentivos fiscais. O dinheiro virá de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já aprovado.

“É uma indústria de alta tecnologia que vem se somar aos estaleiros Atlântico Sul e Promar. Juntos, esses três estaleiros vão consolidando Suape como cluster naval e Pernambuco se insere cada vez mais como player mundial”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

Jornal do Commercio

Cana abre espaço para as indústrias




Canaviais da Zona da Mata Sul e da Zona da Mata Norte dão espaço ao desenvolvimento que chega com Suape e com as indústrias que chegam em Goiana. E o setor sucroalcooleiro, que emprega mais de 120 mil pessoas no período de corte, já começa a vislumbrar outras regiões para plantação de cana no Estado.

O presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar), Renato Cunha, destaca a importância do Canal do Sertão para o desenvolvimento do setor tradicional na economia pernambucana:
“Com o boom de desenvolvimento que acontece em Suape, a tendência é a área para a plantação de cana na Zona da Mata Sul e Norte dar espaço a essas indústrias. Pernambuco deve se mobilizar com o Canal do Sertão para que não só aumente o polo frutivinicultor, mas também o da cana-de-açúcar. 
Pernambuco tem tradição no setor sucroalcooleiro, são mais de 120 mil pessoas no período do corte. Comparando, a refinaria vai absorver mais de 35 mil pessoas na instalação. Esse número equivale à mão de obra utilizada em cinco usinas do setor sucroalcooleiro.”

(PE Investimento)

Sertão pode ganhar um parque eólico




O sertão pernambucano poderá ganhar um parque eólico. Em seu último de agenda na Itália, o governador Eduardo Campos dedicou parte do dia a uma conversa com o presidente mundial da Enel Green Power grande empresa de energia italiana, Maurizio Bezzecheri. Será o primeiro investimento do tipo na área.
A previsão é que a instalação das turbinas seja feita em Tacaratu, a 440 km do Recife.

O estudo de impacto ambiental será entregue ainda este ano. A previsão é que comecemos a gerar energia limpa em Pernambuco a partir do último trimestre de 2013, disse Bezzecheri, segundo informou a assessoria de imprensa do governador. A companhia italiana obteve 90 MW no leilão público realizado pelo governo brasileiro em agosto deste ano.

Um dos maiores argumentos capazes de trazer a empresa para cá é o surgimento de um novo polo energético em Pernambuco e a consolidação da energia eólica por aqui. No território estratégico de Suape, temos a fábrica de aerogeradores da Impsa e a unidade de produção de torres eólicas da Gonvarri.

Nosso desejo é que a Enel se junte a este time, formando um cluster em que todos saiam ganhando, afirmou Campos. Além disto, dos quatro núcleos de estudo de energia eólica no Brasil, um deles fica em Pernambuco, reforçou.

Além da eólica, a Enel trabalha com energia hidrelétrica, solar e geotérmica. Com recursos próprios, a empresa planeja investimentos de mais de R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos, dos quais quase R$ 800 milhões devem ficar na América Latina.

A Enel já tem negócios no Brasil e é a maior acionista da Endesa, distribuidora de energia com atuação no Ceará, Rio de Janeiro, Goiás e Rio Grande do Sul.

Jornal do Commercio

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

PIM perde fábrica de motos para Suape


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São Paulo — Os incentivos fiscais concedidos às fabricantes de motocicletas do Polo Industrial de Manaus (PIM) não foram atrativos suficientes para a Shineray. Disposta a investir R$ 100 milhões no país, a chinesa anunciou nesta segunda-feira (3), no 11º Salão de Duas Rodas, em São Paulo — a fabricação de motos, ciclomotores e quadriciclos no parque fabril de Suape, em Pernambuco, a partir de 2013.

Com isso, a indústria será a única fabricante de veículos de duas rodas instalada fora da capital amazonense.
De acordo com o gerente comercial da Shineray no Brasil, Abenaildo Galindo Filho, diversos fatores ‘pesaram’ na hora de escolher o local para atuar, mas a logística foi fator determinante para a empreitada, que será realizada por um grupo empresarial pernambucano.

Ele acrescentou, ainda, que o entrave dificulta a chegada de produtos industrializados na capital amazonense aos principais mercados consumidores, o que não ocorrerá por conta da localização no Nordeste.

Somados à logística, o executivo considerou, ainda, que os benefícios fiscais concedidos exclusivamente às fabricantes de duas rodas localizadas no PIM não compensariam a fabricação da Shineray no país.

“Os benefícios concedidos pelo governo de Pernambuco são praticamente os mesmos da Superintendência de Manaus (Suframa), ao favorecer a instalação da fábrica em Suape”, pontuou o gerente, ao descartar a possibilidade de recuar e trazer a produção da chinesa para a capital amazonense.

Fonte: Amazonas em Tempo