segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Electrolux produzira geladeira em Jaboatão


Atuando no Estado com uma central de distribuição, a Electrolux do Brasil decidiu aumentar sua presença com a construção de uma fábrica. A empresa vai fabricar produtos da linha branca, atendendo à explosão do consumo no Nordeste. A companhia escolheu o município de Jaboatão dos Guararapes para instalar a unidade, que vai receber investimento de R$ 58,1 milhões e abrir 349 postos de trabalho diretos.
A Electrolux é apenas um dos 13 projetos nos setores metalmecânico e eletrônico, aprovados na reunião do Condic. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Frederico Amâncio, comemora a expansão de um setor tradicional da matriz industrial do Estado. As indústrias do segmento vão atender a indústrias importantes em implantação em Pernambuco, a exemplo do petroquímico e naval. Um exemplo é a Aguilar e Salas Brasil (R$ 55,9 milhões), que será erguida no Complexo de Suape para fornecer produtos de caldeiraria.
A maior parte das indústrias do setor escolhem os municípios vizinhos de Suape de olho nas obras da Refinaria Abreu e Lima Petroquímica Suape e dos três estaleiros em operação e construção no complexo.
JORNAL DO COMMERCIO

Dois grandes empreendimentos confirmados no Litoral Norte


Novo polo de investimentos do Estado, o Litoral Norte segue atraindo indústrias. Dois grandes projetos confirmaram implantação após assinaturas de protocolos de intenções: Cervejaria Petrópolis (em Itapissuma) e Companhia Brasileira de Vidros Automotivos (em Goiana). Além dessas, empresas vão reforçar o polo automotivo, que tem a Fiat como âncora, e o cluster farmacoquímico.
Subsidiária da Alcoa, a Reyco Alumínio vai erguer em Itapissuma uma indústria para fabricar rodas de alumínio para caminhões. “Os executivos norte-americanos da empresa estiveram recentemente no Estado para apresentar o projeto ao governador Eduardo Campos. A companhia não pertence à cadeia da Fiat, mas vai fortalecer o polo automotivo do Estado”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Frederico Amâncio.
O setor farmacoquímico na região será reforçado pela fábrica da Multifarmacêutica Nutricional, que vai produzir suplementos alimentares, em Goiana, e a Pilares Indústria e Comércio, em Abreu e Lima. Só a Multisaúde vai investir R$ 12,2 milhões e gerar 43 empregos.
JORNAL DO COMMERCIO

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O futuro emprego em Suape


Programa desperta os estudantes do ensino médio sobre as oportunidades que surgem no complexo


Suape tem sido destino de estudantes de escolas de referência do ensino médio em Pernambuco há quase 2 anos
“Não imaginava que fosse tão grande.” Diante de uma vista panorâmica de guindastes gigantes, plataformas e fábricas a perder de vista, a estudante Lorena Gonçalves, 16, espantou-se na primeira vez que pisou no Complexo Industrial Portuário de Suape. Moradora da cidade de Chã Grande, Agreste do estado, Lorena estuda no terceiro ano da Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) de Gravatá, e tem como projeto de vida ser engenheira civil. Perguntada onde quer trabalhar, ela não hesita em citar o polo de Suape como referência máxima. “Só não gosto muito da ideia de me mudar para Recife. Tem muita agitação, muito carro. Passei a vida toda no interior, onde é bem mais tranquilo.”
Josias Santos, 17, concluinte do ensino médio pela Erem de Aliança, município da Zona da Mata Norte, também ficou surpreso com a visita. “A gente escuta falar por alto sobre Suape, lê algumas coisas na internet, mas não sabe a real dimensão. Tem muita oportunidade aqui.” Afinado com a área de exatas, ele também vai tentar o curso de engenharia civil. Caso não passe, a opção é um curso técnico na área de edificações. Lorena e Josias são apenas alguns dos vários estudantes que veem seu futuro profissional no complexo industrial localizado em Ipojuca.

Horizonte Profissional quer despertar estudantes para oportunidades de trabalho
Esse interesse por Suape não é para menos. Só de 2007 a 2011 foram atraídas mais de 80 novas empresas, com geração de mais de 15 mil empregos diretos e mais de 50 mil vagas na construção civil. E a projeção é que os números só aumentem. Além das cerca de cem empresas já instaladas, aproximadamente cinquenta novos empreendimentos estão em fase de implementação. O problema é que falta mão de obra qualificada em Pernambuco, o que leva as empresas a importarem trabalhadores de outros estados.
Pensando em abrir os olhos dos estudantes para o mundo de oportunidades desse complexo industrial, a Secretaria de Turismo do estado, em parceria com Suape, promove desde o ano passado o projeto Horizonte Profissional. Através do programa, estudantes do terceiro ano de escolas de referência de todo o estado fazem um tour pelo complexo para conhecer melhor as áreas de atuação requisitadas. O Diario acompanhou a visita das Erems de Gravatá e Aliança numa tarde de outubro, quando conversou com os alunos.

Lorena Gonçalves se surpreendeu com a dimensão do Complexo industrial, onde pretende um dia trabalhar
Embora os professores garantam que a maior parte dos alunos deseje fazer cursos da área de engenharia, não tem jeito: nem todo mundo tem afinidade com exatas. O curioso é que nenhum dos estudantes aponta cursos técnicos como primeira opção. Querem mesmo é bacharelado, em busca de melhores salários e carreiras. “Os cursos mais visados são engenharia, direito e medicina. Mas, no fim das contas, muitos acabam fazendo técnico depois que acabam a escola, independente de terem passado em uma faculdade”, conta a professora Cláudia de Santana, da Erem de Gravatá.
O aluno Felipe Oliveira está estudando para os vestibulares de medicina. “Suape pode ser uma boa oportunidade, porque as empresas precisam de médicos do trabalho, mas confesso que não é meu foco”, comenta. Bom saber que vai continuar tendo profissionais para cuidar da saúde de todos os técnicos e engenheiros.

Goiana quer evitar desacertos de Suape


Município discute com a Fiat possibilidade de instalar serviços públicos dentro do canteiro de obras para minimizar riscos da tensão social que tomou conta do Litoral Sul
Ideia é oferecer atendimento de saúde no canteiro de obras, além de instalar espaços cultural e religioso
Nova casa da Fiat no Brasil, o município de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, discute com a montadora a possibilidade de oferecer no canteiro de obras serviços públicos gratuitos, como atendimento de saúde. A ideia é uma das alternativas em discussão para reduzir o risco de repetir o mesmo tipo de tensão social das mega obras de Suape na construção da montadora de R$ 4 bilhões, construção que vai mobilizar 7.372 trabalhadores.
proposta partiu de instituições como o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Agência de Desenvolvimento de Goiana (AD Goiana) e já foi apresentada à Fiat, que estuda a ideia. Mas a empresa não bancaria tudo sozinha e por isso é necessário envolver na discussão a prefeitura de Goiana e também áreas específicas do governo estadual.
Os serviços públicos seriam atendimentos simples, como os de odontologia básica e medicina preventiva. Também haveria espaço cultural e religioso.
“Queremos montar um quiosque no canteiro de obras. Apesar do nome, é uma edificação de alvenaria, onde seriam ofertados os serviços. O quiosque funcionaria como ponta de receptividade para evitar os ‘efeitos colaterais’ de Suape, como a questão da violência e das drogas”, comenta o presidente da AD Goiana, Rodrigo Augusto.
Em Suape, pelo segundo ano consecutivo, a negociação salarial virou tensão para 44 mil operários. Desta vez, porém, o cenário virou quase de guerra, até com tiros de borracha e ônibus queimados.
Sem contar com os problemas sociais acumulados nos municípios do entorno, como degradação ambiental e social. Rodrigo diz que a preocupação é criar um vínculo social entre a região e os trabalhadores que virão até de fora de Pernambuco para a obra.
Apesar de o Estado ter qualificado 6.782 trabalhadores em 13 municípios (de Abreu e Lima a Goiana e daí a Timbaúba), para as obras da Fiat, o atraso no início das atividades provocou evasão de pessoal. A própria montadora admite que parte desse contingente já foi absorvida pelo mercado.
As obras da Fiat eram esperadas para abril passado, mas só começaram no último dia 17 – ainda apenas pelo prédio que servirá de base administrativa durante as obras. A construção da fábrica propriamente dita é esperada para meados de dezembro. Até agora, porém, nem sequer a construtora foi anunciada.
JC ONLINE

Simulação de acidente mostra eficiência da segurança em Suape


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Com o objetivo de testar a capacidade de cooperação das instituições que integram o Plano de Auxílio Mútuo – PAM do Complexo de Suape foi simulada uma ação de emergência nas vias internas da área portuária de Suape. O trabalho foi desenvolvido em parceria com as empresas instaladas na região do porto e contou com o apoio do Órgão Gestor de Mão de Obras – OGMO. Sendo um dos principais polos de investimentos do País, o Complexo Industrial Portuário de Suape demonstrou que está preparado, não só para a chegada de grandes empreendimentos, mas também para o controle das eventuais situações de risco passíveis de acontecer nas suas vias internas.
O plano buscou atuar cooperativamente e de forma organizada na prevenção, controle e atenuação de emergências que possam ocorrer nas empresas ou em áreas comuns do porto. Ele é constituído pelos empreendimentos instalados na área do porto, pelas autoridades portuárias e o OGMO. O PAM é liderado pela Diretoria de Engenharia e Meio Ambiente de Suape, através da coordenadoria executiva de controle ambiental.
“Além de coordenar o PAM, Suape realiza diversas ações para incentivar a integração de todos os seus membros. Solicitamos a adesão formal às empresas aqui instaladas e, além disso, licitamos o sistema de comunicação. Hoje, todas as empresas possuem um rádio instalado, através do qual podem acionar o Corpo de Bombeiros, caso haja alguma ocorrência”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente de Suape, Frederico Amâncio.
Simulado – O cenário criado pela equipe foi de uma colisão entre um caminhão tanque da Supergasbras e um veículo de passeio, resultando em um vazamento de GLP e uma vítima de fratura exposta, que permaneceu no carro à espera de socorro. Os riscos iminentes eram de incêndio e explosão, além disso, todas as viaturas do Corpo de Bombeiros estavam em ocorrências externas.
As funções de cada equipe para o controle da emergência foram analisadas por um grupo de avaliadores convidados. Desse modo, ocorreu uma verificação desde as tarefas iniciais da segurança portuária – isolamento da área e mudança na saída dos veículos -, passando pelas ações preventivas de contenção de vazamento do caminhão, as intervenções dos brigadistas enviados pelas empresas, o auxílio dos bombeiros na comunicação, o próprio sistema de comunicação até a atuação da coordenadora de emergência.
O importante desse tipo de ação é a participação mútua, a integração. “A propostade um simulado não é que dê tudo certo, mas que sejam trocadas experiências, levantados pontos positivos e negativos para a melhoria do sistema”, explicou a coordenadora do PAM, Danielle Santos. Para ela ficou demonstrado que “em uma situação real de perigo, em que os Bombeiros não cheguem a tempo, nós temos como realizar os primeiros procedimentos”.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Estaleiro Atlântico Sul tenta recuperar contratos


INFRAESTRUTURA Estaleiro entregou à Transpetro seu plano de ação para evitar a rescisão dos contratos de construção de 16 navios
Nos últimos minutos do segundo tempo, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) entregou à Transpetro seu plano de ação para evitar a rescisão dos contratos de construção de 16 navios, suspensos em maio deste ano. No último domingo se encerrou o segundo prazo concedido pela estatal para a empresa apresentar a proposta. A primeira data era 30 de agosto, mas foi prorrogada por mais um mês. Por enquanto, o conteúdo do documento é mantido em sigilo. Por meio de sua assessoria de comunicação, a Transpetro se limitou a informar que a proposta será analisada e o EAS será comunicado, o quanto antes, se o plano foi aceito.
O Atlântico Sul venceu licitação para construir 22 navios do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro. O primeiro petroleiro, o João Cândido, demorou quase quatro anos para ser construído e foi entregue em maio passado, com dois anos de atraso e aumento de custo de 56%.
Para piorar a situação, a empresa coreana Samsung, parceira tecnológica e sócia do estaleiro, deixou o empreendimento em março último. Pelo contrato assinado com a Transpetro, sem parceiro técnico, o documento perderia sua eficácia. Por esse motivo, a estatal suspendeu a encomenda de 16 navios, ficando de fora apenas seis embarcações que ainda contavam com assistência tecnológica da Samsung. O valor total do contrato de 22 navios é de R$ 7 bilhões e o valor dos 16 suspensos está calculado em R$ 5,3 bilhões.
Logo após a festa de entrega do primeiro navio no Complexo de Suape, em maio, a Transpetro anunciou a suspensão dos contratos. Para reaver as encomendas, o Atlântico Sul teria que cumprir três exigências: apresentar um parceiro técnico com comprovada experiência na indústria naval, um plano de ação e cronograma confiável de construção dos petroleiros e um projeto de engenharia para as embarcações que atenda às especificações técnicas contratuais.
A primeira determinação, o EAS conseguiu atender em junho, quando fechou parceria técnica com a IHI Marine United, divisão de construção naval e offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries (IHI). No mercado, a informação é que os japoneses também poderiam se tornar sócios, a exemplo da Samsung. Os sócios do Atlântico Sul (Queiroz Galvão e Camargo Corrêa) esperam por um parceiro que possa assumir pelo menos 30% do negócio e que faça um aporte de capital de US$ 400 milhões.
PRODUTIVIDADE
Para além do parceiro técnico, o maior desafio do EAS é encontrar o caminho da produtividade. Símbolo da retomada da indústria naval no País, o empreendimento enfrentou os gargalos de formar mão de obra numa região sem tradição no setor, além de construir o estaleiro e o primeiro navio ao mesmo tempo. Nessa conta também entram problemas de gestão, dança da cadeira de quatro presidentes num período de cinco anos de atuação e dívida política com os governos Lula/Dilma, responsáveis por ressuscitar o setor no Brasil.
O EAS investiu R$ 16 milhões na construção de um centro de treinamento (R$ 3,5 milhões) e na qualificação profissional de 3,5 mil operários. Apesar do esforço, os erros foram inevitáveis. O João Cândido foi montado com 24 mil metros de solda. Desse total, 18 mil metros (75%) precisaram ser corrigidos. O petroleiro teve que voltar ao dique seco para reparos, o número de trabalhadores foi inflado de 5 mil para 11 mil e foi necessário recorrer a decasséguis para melhorar a produtividade.
O problema foi que os gestores do estaleiro acharam que conseguiriam transformar cortadores de cana, comerciantes e donas de casa em operários da indústria naval. Esses profissionais precisavam, sim, integrar o corpo de mão de obra, mas era necessário ter massa crítica de operários mais experientes, observa Floriano Pires Júnior, especialista em indústria naval da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Procurada pelo JC, a diretoria do EAS informou que não vai se pronunciar sobre a suspensão dos contratos. Apesar de não abrir o conteúdo da proposta do Atlântico Sul, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, tem dito que espera que os navios sejam construídos num prazo de 14 meses e venham melhorando essa performance até atingir o desempenho asiático de um petroleiro a cada nove meses (benchmarking do setor).

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Construção da Fiat empregará 7.372 pessoas


Serão abertas vagas para 1.571 ajudantes, 1.458 serventes e 1.148 pedreiros, apenas para citar alguns exemplos
/ Por Giovanni Sandes/
A construção da fábrica da Fiat em Goiana, um colosso de R$ 4 bilhões, empregará 7.372 pessoas. Serão abertas vagas para 1.571 ajudantes, 1.458 serventes e 1.148 pedreiros, apenas para citar alguns exemplos. A prioridade é para quem mora em um dos 13 municípios no raio de influência da Fiat (de Goiana a Abreu e Lima e Timbaúba) e já recebeu capacitação para as obras. Mas a Fiat admite que parte do pessoal treinado, 6.782 pernambucanos, já foi absorvida pelo mercado, o que abre a chance para quem mora ao norte do Grande Recife e em municípios próximos de Goiana, na Zona da Mata, de entrar na futura disputa por emprego.
As obras da Fiat eram esperadas para abril passado. Mas apenas no último dia 17 começou a instalação de seu escritório administrativo em Goiana, um galpão de 2 mil metros quadrados que será usado por 160 funcionários do grupo italiano durante a construção da fábrica pernambucana.
Enquanto a pernambucana Quality Empreendimentos trabalha no galpão, a Fiat ainda não divulgou qual construtora será responsável pela fábrica em si, de onde sairão até 250 mil veículos por ano, a partir de 2014. Mas a empresa apresentou um mapa do emprego, no seu processo de licenciamento ambiental as oportunidades trabalho você lê no quadro ao lado.
Procurada, a Fiat respondeu por nota. No texto, informa que a futura construtora da fábrica é quem recorrerá ao banco de dados que o governo do Estado gerou com o processo de capacitação, que formou pessoal em Aliança, Araçoiaba, Camutanga, Condado, Ferreiros, Goiana, Igarassu, Itamaracá, Itambé, Itapissuma, Itaquitinga e Timbaúba.
Mas a própria empresa pondera que parte desse mesmo pessoal capacitado não está mais disponível e já foi absorvido por outras obras em andamento, como a da fábrica da Companhia Brasileira de Vidros Planos (CBVP), também em Goiana. Por isso, a construtora poderá recorrer a outros canais de contratação, como a Agência do Trabalho.
Sabe-se que muitos desses profissionais (capacitados pelo Estado) já estão atuando em outras empresas, devido à grande demanda de contratações em Pernambuco. Portanto, caso haja necessidade, a construtora também buscará mão de obra especializada de acordo com o desenvolvimento da obra, diz a Fiat, em nota, ao JC.
O presidente da Agência de Desenvolvimento de Goiana (AD Goiana), Rodrigo Augusto, enfatiza que a prioridade será para gente da região, mas concorda que parte do pessoal treinado para trabalhar na fábrica já foi contratada em outras obras. A nossa expectativa é de que não haja mais interrupção no cronograma da montadora, comenta Rodrigo.
JORNAL DO COMMERCIO