segunda-feira, 9 de julho de 2012

Qualificação para a Copa até o dia 16



Seguem até o dia 16 de julho as novas inscrições para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego voltado especialmente para a Copa de 2014 (Pronatec Copa). Em Pernambuco, os municípios contemplados são Recife, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Tamandaré. São 29 cursos profissionalizantes para ocupações da área de turismo e capacitação em inglês, espanhol e Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Os cursos são presenciais e gratuitos, com duração entre 160 e 360 horas. É preciso ter 18 anos ou mais. As aulas serão realizadas nas unidades dos parceiros executores do programa: entidades do Sistema S e institutos federais de educação.
As opções profissionalizantes são: agente de informações turísticas, agente de viagens, atendente de lanchonete, auxiliar em serviços de hospedagem, auxiliar de confeitaria, auxiliar de cozinha, auxiliar de garçom, auxiliar de agenciamento de viagens, bartender, camareira em meios de hospedagem, chapista, churrasqueiro, copeiro, cozinheiro industrial, garçom básico, masseiro, mensageiro em meio de hospedagem, mestre de cerimônias, monitor ambiental, monitor de recreação, organizador de eventos, padeiro, padeiro e confeiteiro, pizzaiolo, recepcionista em meios de hospedagem, recepcionista de eventos, salgadeiro, sommelier e sushiman.
As solicitações para participar estão sendo realizadas exclusivamente pela web, através do endereço www.pronateccopa.turismo.gov.br. Portadores de deficiências, profissionais que já trabalham com turismo e moradores das seis cidades-sede da Copa das Confederações 2013 terão prioridade na pré-matrícula.
EMPRESAS
Empresas que tenham interesse em formar turmas de colaboradores devem entrar em contato com as unidades estaduais/municipais do Senac ou com a central telefônica do Ministério do Turismo: 0800 606-8484. Todos os empreendimentos participantes receberão identificação, atestando que o estabelecimento fez parte da preparação para a Copa.
JORNAL DO COMMERCIO

Fiat vai promover carro na Fenearte


l
20120704-203625.jpg
INOVAÇÃO Modelo de veículo ecológico, o Uno Ecology, estará na feira de artesanato que tem início na próxima sexta-feira. Veículo tem até cana-de-açúcar como componente
A fábrica da Fiat em Goiana, Mata Norte do Estado, só estará a pleno vapor em 2014. As ações sociais e e de marketing da empresa por aqui, no entanto, já começaram. Aproveitando a movimentada Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que abre sua XIII edição na próxima sexta, a montadora italiana, patrocinadora master do evento, estará presente com dois estandes. Um para apresentar seu carro ecológico, o Uno Ecology, e outro para mostrar os trabalhos da Cooperárvore, trabalho que desenvolve com artesãos de Minas Gerais.
Pela primeira em Pernambuco, o Uno Ecology poderá ser visto pelo público no mezanino do Centro de Convenções. “Trata-se de carro-conceito, que hoje ainda não possui viabilidade comercial, mas demonstra o potencial da Fiat em desenvolver novas possibilidade de uso de materiais e componentes, mais adequados ao meio ambiente”, explica a coordenadora de relacionamento com a comunidade da Fiat, Ana Veloso.
O veículo, que tem o mesmo design do Novo Uno, possui motor 1.0 calibrado para consumir apenas etanol (E100), proporcionando menos emissões de CO2 se comparado ao motor à gasolina, peças plásticas produzidas com o bagaço da cana-de-açúcar, que reduzem o peso em torno de 8% em relação a uma peça convencional, bancos em fibra de coco e látex com origem renovável, permeável ao ar, antifungo, reciclável e biodegradável, cuja utilização evita o uso de aproximadamente 7 quilos de poliuretano (substância derivada do petróleo), revestimento dos bancos e tapetes com tecidos a partir de PET reciclado.
Muitas dessas peças dialogam com o projeto social da Fiat em Jardim Teresópolis, bairro localizado bem próximo à fábrica de Betim (MG).
Parte do Programa Árvore da Vida, a Cooperárvore (www.cooperarvore.com.br) une mulheres da região e ocupa-as com a transformação de materiais descartados no dia a dia da produção dos carros em artesanato, a exemplo de retalhos de tecido automotivo e cinto de segurança. Em oito anos, mais de 13 mil pessoas já foram beneficiadas.
A iniciativa tem parceria das instituições Fundação AVSI e Cooperação para a Morada Humana (CDM).
É justamente a ONG de origem italiana AVSI Nordeste, que está realizando, desde maio, um mapeamento socioeconômico em Goiana para a elaboração de um diagnóstico da cidade. Sobre os planos de montar um programa social local, Ana Veloso diz que é bastante viável, mas que, primeiro, é preciso que se faça um estudo capaz de promover diálogo com a população e ouvir suas vontades.
Nesse momento, seis linhas de pesquisa simultâneas estão em andamento: aspectos socioculturais, aspectos urbanísticos e ambientais, organizações da sociedade civil, cadeia produtiva, economia e mercado de trabalho, e planejamento e investimentos públicos com a chegada da Fiat no local.
JORNAL DO COMMERCIO

Igarassu terá polo automotivo



20120708-160506.jpg
Cerca de 50 fornecedoras da Fiat vão se instalar em núcleo criado no município
Pernambuco terá um segundo polo automotivo, em Igarassu. A cidade foi escolhida para receber o mais forte impacto econômico da Fiat, depois da fábrica em si, em Goiana. Igarassu terá o maior núcleo de fornecedores da montadora. Em um terreno de 100 hectares às margens da BR-101, o Estado vai montar uma infraestrutura (serviços como água e gás encanado) para receber até 50 fornecedores da fábrica da Fiat.
O novo polo é uma revolução na vinda da Fiat, que sozinha representa um investimento de R$ 4 bilhões e 4.500 empregos, quando funcionar, a partir de março de 2014. Em agosto passado, quando a montadora foi anunciada para o Litoral Norte, a empresa e o governo divulgavam que no terreno da fábrica ficariam 16 empresas e cada uma das demais, cerca de 50, escolheriam seus terrenos em um raio de até 40 quilômetros da montadora.
A questão é que, pelo conceito antigo, esses fornecedores se instalariam de forma aleatória não só na Mata Norte, mas também no sul da Paraíba, uma diluição da geração de empregos e do esforço de prefeituras e Estado na prestação de serviços públicos, como linhas de ônibus para os futuros milhares de trabalhadores e coleta de lixo das empresas.
Com o novo formato, Pernambuco não só garante que receberá a grande maioria dos fornecedores, como ainda terá uma economia nas contrapartidas que prometeu para receber a Fiat, como a terraplenagem das áreas. Somente para preparar o terreno de 400 hectares onde será instalada a montadora, em Goiana, foram R$ 82 milhões.
No início do mês passado, o JC revelou a existência das discussões sobre a criação de pelo menos um polo de fornecedores fora do terreno da fábrica. Como o governo queria evitar uma disputa política por esse núcleo de fornecedores, falava que ele ficaria genericamente “entre Goiana e Igarassu”.
Na indústria automotiva, os fornecedores são chamados de sistemistas, que funcionam em diferentes níveis de integração física com a fábrica. No mesmo terreno da montadora, haverá o que os técnicos da multinacional chamam de “supply park 1” (“parque de fornecedores”, em inglês), com os sistemistas de primeiro nível.
Secretário executivo de Projetos Especiais de Pernambuco, João Guilherme Ferraz, revela que o governo já bateu o martelo para Igarassu receber o “supply park 2”.
“O estudo topográfico para escolha da área foi realizado pela Fiat”, afirma João Guilherme. Apesar da seleção pela empresa, o governo é quem vai cuidar do preparo prévio da área. Por isso, já abriu licitação para selecionar uma empresa para vai gerir o projeto do novo terreno e de outras áreas da Fiat, como a pista de testes e o centro de treinamento.
O secretário executivo diz que o governo só aguarda um ok da empresa.
“Vamos começar as obras quando recebermos uma sinalização da Fiat”, comenta João Guilherme.
O terreno em Goiana já está pronto para receber a fábrica. Mas a Fiat alega estar fazendo “ajustes” no projeto e, por isso, ainda não teria começado as obras, inicialmente esperadas para abril passado.
Apesar da forte crise na Europa, em entrevista ao JC, no último dia 13, o presidente da Fiat/Chrysler na América Latina, Cledorvino Belini, garantiu que nada mudou quanto ao projeto da fábrica pernambucana.
JORNAL DO COMMERCIO

segunda-feira, 2 de julho de 2012

PDVSA tenta dar garantias para refinaria Abreu e Lima

Caracas – O ministro de Petróleo e Mineração da Venezuela, Rafael Ramírez, confirmou nesta quinta-feira que a petrolífera estatal PDVSA segue seu trabalho para buscar as garantias para financiar em conjunto com a Petrobras a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

”Estamos construindo nossas garantias, temos nossa proposta para o pool de bancos que estão aí. Acho que devemos estar prontos para quando chegar o prazo, em novembro”, afirmou Ramírez durante um encontro com jornalistas.

Ele ressaltou as declarações da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, que assinalou que a companhia brasileira deseja ter a PDVSA como sua sócia. Para Ramírez, que também preside a PDVSA, a declaração de Foster coloca um ”ponto final” neste tema.

”Felizmente, se alguém quiser esclarecer qual era a posição da Petrobras, ela o disse claramente: o único sócio que estão buscando é a PDVSA para este desenvolvimento”, apontou Ramírez, que lamentou que sempre queiram colocá-los para ”brigar” ou ”competir” com a brasileira. ”Não temos nenhum problema com a Petrobras nem com o Brasil”.

Na segunda-feira passada, Foster afirmou que ”a PDVSA resolverá seus problemas” e será sócia da Petrobras no projeto de Pernambuco.

”É possível que nos outros projetos que estamos avaliando consideremos participações de sócios em refinarias, mas não na Abreu e Lima”, acrescentou Foster.

EXAME.COM

Investimento no Promar será ampliado

 
 As acionistas STX Norway Offshore e PJMR        Empreendimentos LTDA vão ampliar os investimentos no Estaleiro Promar S.A., empreendimento em instalação na ilha de Tatuoca, na zona industrial portuária do Complexo de Suape. Dos R$ 170 milhões iniciais, a cifra passará a R$ 205 milhões, valor já aprovado pelo Fundo da Marinha Mercante e que aguarda aprovação do órgão financiador do estaleiro, o Banco do Brasil (BB). O aumento, disse o diretor da STX OSV, Dail Cardoso, está relacionado a melhorias e complementos feitos ao projeto básico.

Vizinho ao Estaleiro Atlântico Sul, o Promar deve começar a cortar a chapa de seu primeiro navio em maio de 2013 e, prevê a direção, estará totalmente concluído no segundo semestre do mesmo ano.
Segundo estaleiro de Pernambuco, o Promar tem oito navios gaseiros encomendados pelo Programa de Modernização da Frota (Promef) da Transpetro (empresa logística da Petrobras), total avaliado em US$ 536 milhões (R$ 995 milhões, na cotação de ontem). Estrategicamente, o primeiro deles já está em fabricação no Rio de Janeiro – é também o primeiro do tipo fabricado pelo grupo no Brasil. De acordo com Cardoso, um consórcio com o estaleiro CGU, no Rio, está fabricando o casco.

O diretor disse que a obra do Promar está dentro do cronograma da empresa, depois de entraves (principalmente ambientais) que retardaram seu início. A terraplanagem (com supressão vegetal de mangue e restinga) foi iniciada pelo Complexo de Suape em novembro de 2011. Estando as estruturas da oficina de corte de aço, jateamento de pintura e pátio de aço concluídas, começa o corte do segundo navio da encomenda. No calendário dessa embarcação, a batida de quilha (batismo) está programada para outubro de 2013 e o lançamento ao mar, entre março e abril de 2014.
 
Iniciar a encomenda do Promef no Rio de Janeiro faz parte de uma “estratégia de antecipação” da STX OSV (empresa de capital coreano). “Dessa forma, atendemos à Transpetro de um lado e abrimos frente para encomendas de outros tipos de embarcações sem afetar o calendário”, descreveu.

Os gaseiros do Promef são embarcações com cerca de 150 metros de comprimento. Na encomenda do Promef, há três tamanhos, de dois mil metros cúbicos (m³) de capacidade, sete mil m³ e 12 mil m³.
Cardoso explica que o foco é o mercado de navios especiais, de apoio à exploração de petróleo.

Por aí seguirão os negócios do Promar, depois dos gaseiros. “São navios que têm bastante tecnologia embarcada e várias aplicações, desde os transportadores de materiais até manuseios de âncoras e construção subaquática”, detalhou. Em geral, essas embarcações são construídas para clientes da Petrobras, mas a STX tem amplo mercado internacional.

FOLHA-PE

EAS mais perto de manter contrato

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) anunciou ontem que cumpriu a primeira das três exigências para garantir a continuidade dos contratos de 16 dos 22 petroleiros encomendados pela Transpetro. Agora, depois de fechar com a IHI Marine United Inc. (IHIMU), controlada pelo grupo japonês Mitsui, terá que apresentar à subsidiária da Petrobras um plano de ação e cronograma confiável de construção dos navios, além de um projeto de engenharia para os navios que atenda às especificações técnicas contratuais. O prazo se esgota no dia 30 de agosto.
 
Conforme nota divulgada ontem pelo EAS, a IHIMU será o estaleiro consultor e prestará serviços de consultoria técnica de operações para todas as embarcações, incluindo os navios-sondas (drill ships). “É uma notícia extremamente positiva, que acalma o setor e garante a continuidade dos contratos. A Ishikawajima-Harima é uma empresa mundialmente renomada”, comentou o presidente do Sindicato Nacional da Indústria Naval Norte/Nordeste (Sinaval N/NE), Angelo Bellelis.
 
A contratação de um novo parceiro tecnológico era esperada desde março, quando a Samsung Heavy Industries (SHI), que detinha 6% de participação na sociedade do EAS, decidiu se retirar do negócio. O contrato entre as duas empresas garantia assistência para apenas seis das 22 embarcações encomendadas pela Transpetro. No fim de maio, a subsidiária da Petrobras decidiu suspender os contratos dos 16 navios sem assistência e deu um prazo até 30 de agosto para o EAS apresentar um novo parceiro e cumprir as outras duas exigências.
 


Desde a saída da SHI, os dois sócios remanescentes, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, dividem o controle do estaleiro, com participação de 50% cada um. A expectativa era a de que o novo parceiro tecnológico se tornasse sócio, comprando uma fatia de aproximadamente 30%, avaliada em cerca de R$ 400 milhões, de acordo com estimativas do mercado.
 
A sociedade ainda não é mencionada, mas vale lembrar que a Samsung entrou primeiro como parceira e depois adquiriu 10% de participação, percentual que posteriormente foi reduzido para 6%. “Seria o caminho natural. Foi assim com a Samsung”, lembra Bellelis. Preocupada com o cronograma de entrega das sete sondas contratadas através da Sete Brasil, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, tem dito que o ideal seria que o EAS tivesse um novo parceiro que fosse sócio. Procuradas pela reportagem, nem a Transpetro nem a Sete Brasil se pronunciaram sobre o assunto.

IHIMU já atuou no país

A IHIMU, divisão de construção naval offshore da Ishigawajima-Harima Heavy Industries (IHI), atuou no Brasil na década de 1970 através do do Ishikawajima do Brasil Estaleiros S/A, o antigo estaleiro Ishibras (hoje Sermetal), no Rio de Janeiro. Foram 35 anos de contribuição ao desenvolvimento da indústria naval brasileira. Recentemente, a empresa montou um escritório na capital fluminense para prospectar novos negócios, indicando que estava disposta a voltar a operar no país.
 
O novo parceiro tecnológico do Estaleiro Atlântico Sul é especializado em design, fabricação, vendas, reparos e manutenção de embarcações. Entre seus produtos estão porta-contêineres, tankers (como os petroleiros encomendados pela Transpetro), graneleiros, navios-sonda (como as encomendadas pela Sete Brasil para a Petrobras) e plataformas offshore.
 


No dia 29/06, o EAS também oficializou a contratação da norueguesa LMG Marin para o fornecimento do projeto básico e detalhamento dos sete navios-sonda contratados pela Sete Brasil. “A LMG está entre as líderes, no mercado europeu, no segmento de arquitetura e engenharia naval, tendo sólida atuação na região do Mar do Norte”, justifica a nota.
 
O EAS possui uma carteira de US$ 8,1 bilhões (cerca de R$ 16,81 milhões, pelo câmbio de ontem). São 22 petroleiros encomendados pela Transpetro, incluindo o suezmax João Cândido, entregue em maio deste ano; o casco da plataforma da P-55, entregue em dezembro de 2011; sete navios-sondas para a Sete Brasil, além de ter sido contratado para executar serviços navais na P-62.
O estaleiro pernambucano, fruto de um investimento de R$ 1,8 bilhão, tem sido considerado um marco na retomada da indústria naval brasileira, hoje dona da quarta maior carteira de encomendas do mundo. (M.B.)

Micheline Batista / Diário de Pernambuco

Tambaú financia R$ 2 mi e amplia fábrica e frota

20120702-003726.jpg

O Banco do Nordeste liberou R$ 2 milhões para a fábrica de alimentos pernambucana Tambaú, sediada em Custódia, para aquisição de três máquinas envasadoras e dois caminhões para distribuição dos produtos. A empresa, fabricante de atomatados, doces e condimentos, foi beneficiada com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

O diretor da Tambaú, Hugo Gonçalves, a compra dos novos equipamentos de embalagem do tipo stand up pouch (plástico resistente e flexível), trazidos da Europa, permitiu a inclusão de 20 novos produtos, em pesos e formatos diferenciados, na linha de produção que já cresceu 15%.

Esses itens, incluídos no portfólio, vão atender a crescente demanda dos consumidores domésticos e também de restaurantes e lanchonetes. “Estamos investindo nesse novo segmento de embalagens, porque o cliente procura produtos em quantidades cada vez mais próximas as suas realidades de consumo. Nós hoje, por exemplo, oferecemos extrato de tomate de 140g, 200g e 340g, entre outros produtos.

Além disso, acompanhando o crescimento regional do setor de food service, estamos produzindo saches de 7g de molhos, já que os índices de alimentação fora do lar também vêm crescendo significativamente”, destaca Gonçalves.

A partir da modernização da fábrica, foram admitidos 40 novos funcionários diretos que foram capacitados para atuar nas máquinas, visto que são necessários conhecimentos em informática para comandá-las. Nesse contexto, para facilitar o escoamento da produção, dois novos caminhões foram incorporados à frota da empresa e vão atender, em menor tempo, os clientes que hoje estão distribuídos pelas regiões Nordeste e Norte do país e no Estado de São Paulo.