segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Concluída terraplanagem da unidade da Nissin - Glória de Goitá.




A fábrica da Nissin, também em instalação no município de Glória do Goitá, interior do Estado, começará em breve a construção civil do parque fabril. A empresa terminou a etapa de obras de terraplanagem do terreno de 25 hectares.

Diferentemente de alguns projetos que recebem o benefício do Estado, a própria empresa se responsabilizou pelo serviço, finalizado nos últimos dias, inclusive, um mês antes do planejado. “A planta receberá investimentos de R$ 46 milhões e a operação está agendada para iniciar em outubro, empregando 200 pessoas.

Como a terraplanagem teve entrega antecipada, poderá implicar no adiantamento do início da operação”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Júlio.

O novo investimento tem em vista o crescimento do mercado de alimentos de preparo rápido, como o macarrão instantâneo. A produção atingirá o volume de 1,5 mil pacotes por minuto.

A assessoria de Imprensa da Nissin Ajinomoto Alimentos Ltda manteve o posicionamento sobre o prazo da operação e que não tem nada a acrescentar. O protocolo de intenção para a instalação da fábrica foi assinado em setembro de 2011. O governador Eduardo Campos, durante o lançamento da pedra fundamental da fábrica da WHB, pontuou a responsabilidade do segmento industrial para a cidade.

“Mais de 10% da população de Glória do Goitá estará empregada nas fábricas instaladas na cidade. Isso é bastante positivo para o lugar. É no chão da fábrica que se formam muitos diplomas quando se trabalha com inovação. As fábricas não têm trabalho solitário, é linha de produção. Um trabalho completa o do outro. E isso é um ensinamento a ser promovido”, destacou. A Nissin já tem uma fábrica em Ibiúna, São Paulo, e emprega, atualmente, mais de mil pessoas.

(Folha de Pernambuco)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Pedra fundamental da WHB foi lançada nesta quarta (12/01)

Nesta quarta-feira (12), foi lançada a pedra fundamental da WHB, empresa do setor automotivo que será implantada em Glória do Goitá. A WHB atua no segmento de autopeças.

O empreendimento vai gerar 1.800 postos de trabalho até 2018, num investimento de R$ 300 milhões.

A fábrica começa a operar em julho de 2012. Devem ser empregados 250 funcionários ainda este ano.

As primeiras operações serão com a produção de virabrequins (um dos componentes do motor) e, na seqüência, produção de cabeçotes, bielas e outras peças do setor automotivo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Distrito Industrial de Escada terá mais duas novas indústrias

A Política de Desenvolvimento Econômico e atração de investimentos desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Escada, PE, ganhará reforço com a chegada de mais duas indústrias no Distrito Industrial do município: a catarinense ROYALPACK – Indústria e Comércio de Produtos para Supermercados e a FIBER – Indústria e Comércio de Piscinas de Minas Gerais.

A implantação das duas unidades representa investimentos superiores a R$ 15 milhões e geração de cerca de 200 novos empregos.

Para o Secretário de Desenvolvimento Econômico Fernando Clímaco, a aquisição das novas indústrias é mais um passo para a atração de mais investimentos para a economia do município. “Estamos num momento de grande crescimento em todos os setores da economia municipal e estas duas empresas vêm para agregar valor e diversificar as atividades de nosso Distrito Industrial que tem forte predominância do setor metal-mecânico de apoio às atividades do pólo de Suape.”

ROYALPACK

Líder na região sul com mais de 60% de participação no mercado e com faturamento anual de R$ 120 milhões, a Royalpack vem ampliando sua atuação no país com Centros de Distribuição em São Paulo, Maranhão, Belém, Mato Grosso e Distrito Federal e novas unidades fabris no Rio de Janeiro e Pernambuco.

São mais de 200 produtos em seu portfólio, sendo a marca mais lembrada do país em papel alumínio e filme plástico.

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FIBER PISCINAS

A FIBER produz piscinas de fibra, filtros e toda linha de acessórios. Possui três plantas industriais em atividade na grande Belo Horizonte e 62 lojas na região Sudeste aonde figuram como o maior fabricante do setor na região.

A unidade de Escada será a primeira no Nordeste e deverá atender toda demanda da região.

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Indústrias na Holanda aguardam os jovens Brasileiros


 
Existem hoje vários programas para aqueles interessados em trabalhar num dos setores que mais crescem no Estado
Lara Holanda

O ano começa com boas oportunidades para os jovens que desejam ingressar na indústria. Há oportunidades de cursos desde o ensino médio até o pós-doutorado. No Estado, o Serviço Social da Indústria (Sesi) está com inscrições abertas para seleção do Programa Educação Básica e Educação Profissional (Ebep 2012), que oferece cursos gratuitos de Ensino Médio Regular e Cursos Técnicos em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-PE).

Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) está com 6 mil bolsas de estudos no exterior para estudantes de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado das áreas de ciências e tecnologias. As inscrições estão abertas e vão até 15 de janeiro.

O Sesi-PE inscreve até 6 de janeiro para a seleção do Programa Educação Básica e Educação Profissional (Ebep 2012). São 400 vagas gratuitas de ensino médio associado a cursos técnicos oferecidos pelo Senai-PE. As inscrições custam R$ 20.

Os aprovados começam a cursar o ensino médio já a partir de 2012 no Sesi e, a partir de 2013, começam os cursos técnicos no Senai. Há vagas para curso técnico em administração, alimentos, vestuário, eletromecânica, eletrotécnica, produção de moda, refrigeração e climatização, manutenção automotiva, química, têxtil, eletrônica, além de gestão de processos industriais com especialização em gesso. Com a conclusão de todas as etapas do curso escolhido, do estágio supervisionado e do Ensino Médio, o participante tem direito ao diploma de Técnico de Nível Médio.

As unidades do Sesi que estão com cursos disponíveis são as de Caruaru, Paulista, Petrolina, Araripina, Ibura e Casa Amarela. Já os cursos técnicos serão nas unidades do Senai de Caruaru, Paulista, Petrolina, Araripina, Areias e Santo Amaro. Os alunos que cursam regularmente o curso técnico no Senai podem ser contratados por empresas da indústria como jovens aprendizes.
Os interessados de baixa renda podem solicitar isenção do pagamento da taxa, mas devem atender aos pré-requisitos indicados no edital. Os candidatos devem ter no máximo 17 anos até o dia 31 de dezembro passado e apresentar documento comprobatória de conclusão da 8ª série (9º ano). O Programa Ebep-PE reserva 3% do total de vagas ofertadas às pessoas com deficiência. O edital está disponível no site www.pe.sesi.org.br.

Já a CNI financia 6 mil das 101 mil bolsas do programa federal Ciência sem Fronteiras, lançado em dezembro. O programa financia a formação de estudantes brasileiros no exterior nas áreas de ciências e tecnologias. Há oportunidades para estudantes de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Outras instituições do setor privado financiam 20 mil bolsas de estudo do programa federal. As 75 mil bolsas restantes são financiadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsáveis pelo Ciência sem Fronteiras.

O edital com 12,5 mil vagas está com inscrições abertas até 15 de janeiro. Podem se inscrever alunos de cursos tecnológicos nos níveis de graduação, mestrado, doutorado e pós doutorado de qualquer instituição de ensino superior. Os selecionados serão enviados para universidades na França, Inglaterra, Estados Unidos, Itália e Alemanha. Um outro edital do programa selecionará jovens talentos e pesquisadores do exterior que queiram vir para o Brasil realizar pesquisas.

O primeiro edital do Ciência sem Fronteiras já selecionou 1,5 mil estudantes que farão cursos de graduação tipo sanduíche um período do curso no exterior e outra parte no Brasil. Mais de 800 jovens viajam agora em janeiro. E o restante, em julho deste ano.

(PE Investimentos)

Salas vazias no primeiro dia de qualificação para a obra da Fiat

Quase ninguém compareceu às aulas que pretendem formar profissionais para trabalhar na obra da Fiat em Goiana
 
Salas vazias ou com poucos estudantes marcaram os dois primeiros dias de aula dos cursos de qualificação e reforço escolar para os profissionais que vão trabalhar nas obras da Fiat, em Goiana.

O cenário se repetiu nos 13 municípios selecionados para receber a capacitação e que integram o chamado Polo Automotivo de Pernambuco (Goiana, Abreu e Lima, Aliança, Araçoiaba, Camutanga, Condado, Ferreiros, Igarassu, Itamaracá, Itambé, Itapissuma, Itaquitinga e Timbaúba).

Balanço da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo (STQE) aponta que apenas 30% dos alunos compareceram às escolas. A STQE, o Senai e as prefeituras vão realizar uma verdadeira força-tarefa para convocar os selecionados, que precisam se matricular até a próxima sexta-feira sob a pena de perderem as vagas.

Se as pessoas não comparecerem até o final da semana, teremos que realizar substituições porque os cursos têm duração de até um mês e cinco dias de faltas comprometerá o resultado da qualificação, afirma a secretária executiva da STQE, Angela Mochel. Na avaliação dela, a divulgação da lista dos aprovados no último dia 29 e o início das aulas no primeiro dia do ano podem servir como explicação para as ausências.

O feriado caiu no fim de semana e muitas pessoas esticaram o recesso, acredita. Ela usa sua experiência na Agência do Trabalho do Estado como exemplo, dizendo que a média de atendimentos no primeiro dia do ano costuma ser de 1.500 pessoas e dessa vez não ultrapassou 220.

O resultado da seleção ficou aquém do que a STQE esperava. A qualificação oferece 6.782 vagas, mas a ideia era cadastrar 10.173 pessoas para garantir um banco de dados em casos de desistências. O número final ficou em 8.385 inscritos. Isso porque a STQE reabriu o cadastro em sete municípios onde o número de inscritos foi baixo.

O programa vai oferecer cursos em 15 categorias profissionais. Na última segunda-feira começaram as aulas para 20 turmas de serventes de obras, cada uma com 20 alunos. Na Escola João Paulo II, em Abreu e Lima, o cenário era desolador durante todo o dia de ontem.

A professora do Senai, Ana Maria Beltrão, conta que só compareceram 8 pessoas no horário da manhã e 9 no período da tarde. Então conversamos com as pessoas e decidimos deixar para iniciar o curso amanhã (hoje), diz. Carros de com nos municípios e telefonemas do Senai e STQE serão as estratégias para reconvocar os selecionados.

Além da baixa frequência, também chamou atenção a falta de informação. Quatro pessoas vieram se matricular mas desistiram, porque tinham entendido que servente era para realizar serviços gerais, mas o curso é de servente de obras, destaca Ana Maria. Outros se inscreveram para determinada categoria profissional porque a fila era menor, mas não querem cursar.

A secretária executiva da STQE alerta para a importância de os candidatos prestarem atenção à lista divulgada no site (www.stqe.pe.gov.br) e nas prefeituras para observar a data de início de outros cursos. Alguns começarão amanhã e na próxima segunda-feira e outros terão o cronograma divulgado no dia 13 de janeiro. Para se matricular, o classificado precisa entregar seus documentos no local onde vai assistir às aulas.

(Jornal do Commercio)

Consórcio liderado pela Maersk anuncia perfuração do primeiro poço do pré-sal angolano




O poço de exploração Azul-1, localizado no bloco 23 da bacia do Kwanza, foi perfurado numa lâmina de água de 923 metros e atingiu uma profundidade de 5.334 metros, anunciam as empresas em comunicado.

Trata-se, segundo a mesma nota, do primeiro poço de águas profundas a atingir reservatórios no pré-sal em Angola.

“Estamos encorajados pelos resultados na nossa exploração”, disse o Diretor de Exploração da dinamarquesa Maersk Oil, Lars Nydahl Jorgensen.

“O resultado poderá ser um passo em frente na direção do nosso objetivo de construir um negócio significativo em Angola”, acrescentou.

As empresas afirmam que um mini-teste possibilitou “a recuperação de duas amostras de petróleo de boa qualidade” e acrescentam que a interpretação preliminar dos dados indica uma capacidade de fluxo potencial superior a três mil barris de petróleo por dia.

Segundo a Maersk, será necessário mais trabalho de avaliação para determinar se a descoberta justifica mais investimento para iniciar a produção.

“Avaliar totalmente esta descoberta levará vários anos e é muito cedo para antecipar o resultado”, diz a empresa.

Tendo como concessionária a Sonangol E.P, o bloco 23 tem como grupo empreiteiro a Maersk Oil & Gás Angola, operadora com 50 por cento de participação, a Svenska Petroleum Exploration com 30 por cento e a Sonangol P&P com 20 por cento.

A Maersk Oil opera em Angola desde 2005 e detém 50 por cento dos blocos 8, 23 e 16. Neste último, em 2009, fez a descoberta Chissonga. A empresa planeia fazer mais três perfurações exploratórias em 2012 e 2013 nos blocos 8 e 23.

Com as informações – RTP (Portugal)

Volkswagen mantém negociações com Pernambuco para nova fábrica brasileira


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Agenda de trabalho terá reuniões com o governo pernambucano em janeiro para tratar o assunto

por Túlio Moreira
MotorDream

A Volkswagen continua os estudos sobre a instalação de uma nova fábrica da marca alemã no Brasil. A questão foi levantada pelo presidente Thomas Schmall durante o Salão de Frankfurt, em setembro passado. Em entrevista à agência PE247, Geraldo Júlio, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, afirmou que o governo pernambucano segue com as negociações para atrair os possíveis investimentos da fabricante germânica.

De acordo com o secretário, o governo pernambucano se reuniu com executivos da montadora diversas vezes em dezembro e já tem uma agenda de trabalho com a comitiva da Volkswagen para janeiro. Além da marca alemã, outras empresas do setor automobilístico estão em negociações para fincarem raízes em Pernambuco, mas não tiveram seus nomes citados por Geraldo Júlio.

Além de Pernambuco, mais cinco estados estão interessados no projeto de nova fábrica da VW no Brasil: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Diante do momento de incertezas do mercado automobilístico nacional – com previsão de crescimento entre 2% e 5% em 2012 –, a Volkswagen optou pela cautela e não estabeleceu prazos em relação ao anúncio.

Se a montadora fizer a opção pela fábrica, cogita-se que seja uma unidade com capacidade inicial para 125 mil carros por ano, que depois seria ampliada para 250 mil veículos anuais. Os investimentos são cotados na ordem dos US$ 2 bilhões. Além da nova fábrica, a Volkswagen estuda outra alternativa para crescer no país: aumentar a capacidade de produção de suas fábricas já ativas. Neste caso, a marca não veria necessidade de construir uma unidade totalmente nova.